Publicidade

O retorno de Lukaku ao Chelsea pode durar apenas uma temporada. Isso porque o centroavante belga, segundo o “Football Insider”, está convicto em deixar o clube inglês na próxima janela do mercado da bola.

Em agosto do ano passado, o Chelsea abriu os cofres para ter Lukaku mais uma vez. Para tirar o centroavante da Inter de Milão, o clube inglês costurou um acordo de 113 milhões de euros (R$ 619,6 milhões, na cotação atual).

Lukaku Chelsea Lukaku vive temporada atribulada | Foto: VIRGINIE LEFOUR/BELGA MAG/AFP via Getty Images

Entretanto, Lukaku tem sido notícia muito mais fora de campo do que pelos gols. Em dezembro, o centroavante belga deu uma entrevista na qual afirmava não estar contente no Chelsea, especialmente com as decisões do técnico Thomas Tuchel. Pronto. Foi o combustível para a crise.

Relacionadas

Haaland
Mazraoui Ajax
Dybala Juventus

Publicidade

O Chelsea até contornou a situação, mas o centroavante ainda não deu a volta por cima definitiva. Lukaku, de 28 anos, tem 12 gols em 34 jogos na temporada. Esperava-se um impacto maior, sobretudo após duas temporadas de respeito pela Inter de Milão.

Técnico do Bayern de Munique deixa futuro de Lewandowski no ar

Lukaku insatisfeito no Chelsea

Desde a crise, as notícias sobre a vontade de Lukaku de sair do Chelsea começaram a pipocar. Segundo “Football Insider”, ele não mudou de ideia e continua querendo deixar o clube.

Publicidade

Xavi abre as portas para o retorno de Messi ao Barcelona

Lukaku foi contratado pelo Chelsea pela primeira vez na temporada 2011/2012. Fez poucos jogos e foi emprestado ao West Bromwich. O belga retornou em 2013/2014 e disputou três partidas, até ir para o Everton. Ele ainda defendeu o Manchester United e a Inter até ser comprado novamente.

Aston Villa vê rival da Premier League cobiçar Philippe Coutinho

Publicidade

O destino do Chelsea, no momento, também é incerto, assim como o de Lukaku. O clube inglês está em processo de venda e lida com sanções a Roman Abramovich, dono do clube, e que tem proximidade com o governo russo.

Comentários