Simeone cresceu admirando Maradona e pôde, no Sevilla, jogar ao lado do ídolo argentino. Atualmente técnico do Atlético de Madrid, ele abordou o assunto que entristeceu o mundo do futebol: a morte de Maradona, nesta quarta-feira, aos 60 anos.
“Muito difícil. Um mito se vai. Minha geração observava Diego, que começava a jogar futebol e foi o espelho do que era jogar futebol. É duro este momento. Maradona é futebol, é argentino. Teve este caráter rebelde que o identificou. Ele cuidou de mim. Ele me convidou para sua casa, em Sevilha. Eu era muito jovem. Diego se foi e dizem que não se pode ir, que continuará dando voltas por todos os campos de futebol. Ele foi e é o melhor do mundo”, declarou Simeone, após empate sem gols do Atlético de Madrid com Lokomotiv Moscou, pela Champions League.
Simeone relembra apoio de Maradona no Sevilla
Na temporada 1992/1993, Simeone atuou ao lado de Maradona no Sevilla. O contato com o ídolo aumenta a dor do técnico do Atlético de Madrid. Ele tenta absorver o impacto da perda do craque, que está eternizado para o povo argentino e para o povo da bola.
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“Quando lhe chamam por telefone e dizem que Diego faleceu, você pensa que Diego não pode falecer. Um mito está nos deixando. Um argentino que transmitia toda sua rebeldia para lutar com coisas positivas e com coisas negativas, mas sempre avançando. Ele nos contagiou. Nossa maneira de jogar futebol foi baseada em vê-lo jogar. Ele me acolheu em Sevilha de uma maneira espetacular. Marcou o sentimento da seleção argentina. Muitos acreditavam que ele sempre poderia sair, mas desta vez não foi possível. Sinto que sempre estará conosco”, acrescentou Simeone.
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