“A cláusula de rescisão de 700 milhões de euros, cerca de R$ 4,5 bilhões, não é válida”. Este foi o teor de um comunicado que Lionel Messi emitiu nesta sesta-feira (4), a respeito de sua desejada saída do Barcelona. Este é mais um capítulo da novela envolvendo jogador de clube.
O comunicado de Messi, no entanto, entra em choque com o que foi reivindicado pelo Barcelona e reforçado pela La Liga, a Real Federação Espanhola de Futebol.
“Não sabemos qual foi o contrato que analisaram e quais são as bases em que se apoiam”, diz o comunicado de Messi. O jogador ressalta que o documento que tem com o Barcelona é bem claro, embora enfrente litígio com o clube. Messi contesta o uso da cláusula de rescisão “no caso de um jogador decidir utilizar a extinção unilateral do mesmo, com efeito, a partir da finalização da temporada desportiva de 2019/20”.
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O jogador defende que, como anunciou que deixaria o clube ai fim da temporada, “é óbvio que a indemnização de 700 milhões de euros previstos na cláusula de rescisão não é aplicável”.
No entanto, o presidente da Liga espanhola, Javier Tebas, veio a público afirmar que a cláusula de 700 milhões era válida.
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