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A diretoria do Barcelona espera vencer o referendo do “Espai Barça” por uma vitória esmagadora. Trata-se de um projeto de reformulação total do Camp Nou, histórico estádio do clube catalão. O complexo pede o investimento de €1,5 bilhão (R$ 9,5 bilhões, na cotação atual), dos quais €900 milhões (R$ 5,7 bilhões) seriam no novo estádio. Assim, as estimativas do clube a partir de pesquisas são de que 75 a 90 por cento dos sócios votariam sim.

Laporta garante que “não se trata de gasto, mas investimento” – Foto: Imago)

O referendo será realizado pela internet, no dia 19 deste mês, mas a previsão é de que, com a aprovação, as obras só terminem em 2025. O valor viria de um empréstimo junto ao banco de investimento Goldman Sachs. No entanto, confirmando o desejo da diretoria, o Barcelona teria que ir jogar uma temporada fora do Camp Nou.

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“A primeira temporada de obras poderia ser disputada no Camp Nou, mas a próxima seria fora. Ainda estamos avaliando onde vamos jogar no segundo ano. O que está claro é que não sairemos da cidade ou do círculo urbano de Barcelona. Montjuïc – Estádio Olímpico Lluís Companys – é uma opção, mas existem outras. Tentaremos jogar sempre em casa porque é importante para o integrante, mas o Montjuïc estará sempre presente”, diz Ferran Reverter, CEO do Barcelona.

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Joan Laporta, presidente do clube catalão, encabeça a iniciativa. Sob o lema “si tots votem, guanyarem” (se todos votarmos, ganharemos), ele explica que “na última assembleia, ao pedir um referendo, os sócios estiveram no auge de uma decisão estratégica.

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“Não será uma despesa, mas um investimento e que supõe um grande desafio. Esta reforma não custará dinheiro aos membros e não afetará os gastos com esportes”, garantiu.

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