Craque é algo que o Botafogo tem em baldes na sua história. O Glorioso já foi a casa de grandes astros do futebol mundial. Mas alguns nomes entraram no coração do torcedor por características que normalmente mexem com a arquibancada: driblador ou veloz. Ou quem sabe as duas qualidades.

Garrincha deixa mais um marcador no chão – Reprodução
Na história botafoguense, desde que Mané Garrincha virou o rei dos dribles, alguns nomes se destacaram com essas virtudes.
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O MAIS QUE UM JOGO relembra alguns desses nomes.
Mané Garrincha
Ninguém representa melhor a beleza do drible do que Mané Garrinca. O Gênio das Pernas Tortas era veloz e driblador. Fez escola no futebol mundial.
Helinho

Helinho era muito veloz (Foto: Divulgação)
O torcedor que acompanhou o Botafogo na década de 90 guarda na lembrança o talento do rápido Helinho. Quando ele botava a bola na frente era ruim de segurar. Mas não ganhou títulos por ser a época do jejum. Entretanto tem seu lugar no coração dos botafoguenses.
Valdeir
“Ele se mexe. Rápido que nem The Flash”. Era assim que o locutor Luiz Penido se referia ao atacante Valdeir. Talento, rapidez e habilidade. O jogador do decisivo na conquista do título carioca de 1990. Assim escreveu seu nome na história do clube.
Mauricinho

Mauricinho fez dupla com Túlio (Foto: Divulgação)
O Pequetito Rebelde, como era chamado, brilhou no Botafogo nos anos de 1994 e 1996. Fez dupla com alguns atacantes importantes do Glorioso, sendo Túlio Maravilha o principal deles. Além disso tinha o carinho dos torcedores por colocar fogo no jogo.
Silas

Silas serve a Túlio no triunfo de 4 a 0 sobre o Bangu em 1996 (Foto: Reprodução Youtube)
Foi uma rápida passagem pelo Botafogo. Silas empolgou a torcida durante a conquista da Taça Cidade Maravilhosa de 1996. Entretanto foi dispensado por apontar uma faca ao volante Souza no vestiário. O motivo foi um suposto relacionamento entre Souza e a mulher de Silas. Mas até hoje a história não foi bem explicada.
Jorge Henrique

Jorge Henrique teve boa passagem pelo Botafogo (Foto: Getty)
Companheiro de Dodô em 2007, Jorge Henrique jogou por duas temporadas no Botafogo. Era muito rápido em campo e tinha facilidade para o drible. Mas sua passagem não foi melhor por conta de alguns tropeços do time na “Era Cuca”.
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