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O presidente Durcesio Mello assumiu o Botafogo dizendo que gostaria de ter um treinador para quatro anos de mandato. Marcelo Chamusca assumiu, mas os resultados em campo não são os melhores. Eliminado de forma precoce no Campeonato Carioca e na Copa do Brasil, o Glorioso não consegue jogar bem. Assim a pressão de conselheiros e treinadores já começam a fazer efeito. Se antes a mudança de técnico era um tabu, agora é uma possibilidade concreta.

A diretoria do Botafogo não comenta sobre o assunto, mas o diretor de futebol Eduardo Freeland foi cobrado pelo CEO Jorge Braga por melhores resultados e pela demora na contratação de reforços de mais peso. Durcesio liberou uma verba maior para a contratação de um meia e um atacante, mas nada de novo aconteceu neste sentido. O clube ainda busca um lateral e um volante. Na conversa entre os dois saiu a conclusão de que Chamusca precisa apresentar resultados.

Eduardo Freeland vem sendo cobrado por maus resultados (Foto: Vitor Silva/Botafogo)

Um fonte ligada aos dirigentes revelou ao MAIS QUE UM JOGO que os dois chegaram a conclusão que uma eliminação para o Nova Iguaçu na Taça Rio pode ser o estopim para uma troca na comissão técnica.

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Internamente existe o temor de se perder os mais de 20 dias que faltam para o início da Série B com um treinador que ainda não transmitiu a confiança que dele se esperava. Além disso tem gerado irritação a maneira conformista como Chamusca trata alguns resultados do time. Assim não vai ser nenhuma surpresa se o treinador cair em caso de eliminação para o Nova Iguaçu.

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