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Direção de futebol do Botafogo já sofre com críticas

Eduardo Freeland Botafogo
Dercesio Mello e Eduardo Freeland (Foto: Vitor Silva/Botafogo)

O Botafogo vive um momento de questionamentos. O time já sofreu duas eliminações na temporada 2021, na Copa do Brasil e no Campeonato Carioca. Este cenário faz com que a diretoria de futebol lide com críticas. A comparação com Vasco, rival de Série B, indica que o Fogão está atrás no momento.

Botafogo e Vasco disputarão a Série B em 2021 após um Brasileirão muito ruim na temporada passada. Ambos tiveram eleições no fim do ano e uma nova gestão assumiu em janeiro. Também nos dois foi feita uma reformulação no departamento de futebol, com troca de comissão técnica, dispensa de jogadores e contratação de reforços.

Eduardo Freeland Botafogo

Direção de futebol do Botafogo lida com críticas  (Foto: Vitor Silva/Botafogo)

Os problemas financeiros atingem os dois clubes e a chegada de reforços obedeceu critérios rígidos quanto ao custo de contratação e teto salarial.

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Enquanto o Vasco se classificou para a terceira fase da Copa do Brasil e terminou a Taça Guanabara em quinto lugar, o Botafogo foi eliminado no mata-mata e fechou o Carioca em oitavo. Dentro de campo é nítida a evolução vascaína, mas no Alvinegro só o técnico Marcelo Chamusca consegue enxergar isso.

Botafogo liga sinal de alerta

Sob a batuta do diretor de futebol Eduardo Freeland, o Alvinegro contratou 12 reforços: Douglas Borges, Jonathan, Gilvan, Joel Carli, Rafael Carioca, Ricardinho, Pedro Castro, Matheus Frizzo, Marcinho, Felipe Ferreira, Marco Antônio e Ronald. O Vasco, por sua vez, contratou sete, mas de nível consideravelmente melhor.

A questão está preocupando a diretoria e o CEO Jorge Braga, que veem o início da Série B se aproximar no fim deste mês. O time precisa de reforços, mas, com a autonomia de Freeland questionada, o resultado está sendo a inércia.

Chamusca tem quatro semanas cheias para preparar a equipe para encarar o Vila Nova, em Goiânia, na primeira rodada do Brasileiro. Com a Segunda Divisão mais competitiva da história pela frente, com Vasco, Cruzeiro, Goiás, Coritiba, Vitória e Ponte Preta, existe razão real para temer pelo futuro.

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