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O início de trabalho, com uma sequência de invencibilidade de cinco jogos, deu esperanças à torcida. Fernando Diniz fez o Vasco sonhar com o acesso, mas por pouco tempo. Por sinal, técnico e clube já jogaram a toalha diante da dura realidade de continuar na Série B.

Diniz assumiu o Vasco na 24ª rodada, no lugar de Lisca, que pediu o boné após derrota para o Avaí. O técnico encontrou o Gigante da Colina na décima colocação, com 32 pontos, a oito do G-4.

Diniz Vasco Diniz já jogou a toalha na Série B | Foto: Rafael Ribeiro / Vasco / Divulgação

O comandante, então, liderou uma reação. O Vasco empatou dois jogos e venceu três. Ao fim da 28ª rodada, o Gigante da Colina estava na sexta colocação, com 43 pontos, a cinco do quarto colocado.

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A derrota para o Sampaio Corrêa, a primeira de Diniz, foi um balde de água fria, especialmente pelo contexto. O Gigante da Colina teve vantagem numérica e desperdiçou pênalti. Entretanto, a resposta foi imediata. A vitória sobre o então líder Coritiba fez o Vasco recuperar o fôlego e acreditar com mais força. A diferença para o G-4 era de quatro pontos.

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A partir dali, tudo desandou. O Vasco, depois de abrir 2 a 0, levou o empate do Náutico. A sequência de três derrotas, para CSA, Guarani e Botafogo, enterrou o sonho de vez. A arrancada inicial se transformou em frustração e melancolia.

O retrospecto de Diniz no Vasco

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Diniz soma 11 jogos pelo Vasco: são quatro vitórias, três empates e quatro derrotas, o que significa um aproveitamento de 45,4%. Ou seja, de meio de tabela. O Gigante da Colina está na nona colocação, com 47 pontos, a oito pontos do G-4. Faltam quatro jogos.

O técnico tem contrato até o fim do ano. Ele deixou em aberto o futuro. Com a toalha no chão e a decepção por continuar na Série B, o Vasco volta a campo nesta quarta-feira: recebe o Vitória, às 21h30 (horário de Brasília), em São Januário.

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