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O Vasco chegou em Goiânia preparado para conquistar uma vitória fora de casa e se aproximar do G-4 da Série B. Mas com apenas seis minutos de jogo, teve o volante Bruno Gomes expulso e, com um a menos em campo, não resistiu. No final, deu Goiás pelo placar de 1 a 0.

Além disso, com o jogo bastante tenso, vários atletas receberam o terceiro amarelo e vão desfalcar a equipe na próxima partida. Pra completar, em uma confusão no final da partida, o volante Juninho também foi expulso.

Bruno Gomes prejudica o Vasco com expulsões (Foto: Rafael Ribeiro/ Vasco)

A questão do descontrole emocional dos atletas veio à tona na coletiva do técnico Marcelo Cabo após a partida. Apesar desta ser a segunda expulsão seguida de Bruno Gomes, o treinador não vê descontrole emocional no atleta.

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– Eu acho que a expulsão do Bruno não tem nada a ver com controle emocional, foi circunstância do jogo. Na minha opinião, no segundo amarelo o Bruno disputa uma bola, chega a tocar na bola e depois ele vai apoiar o pé em algum lugar. E calha de ser em cima do peito do pé do atleta do Goiás. O segundo amarelo foi muito rigoroso e acaba interferindo completamente dentro do jogo e a gente perde um jogador com seis minutos – afirmou Cabo.

– Acho que o Douglas (árbitro) perdeu um pouquinho o critério dos cartões depois da expulsão do Bruno. E teve de dois pesos e duas medidas na minha opinião – completou.

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Ao final da partida, em uma confusão generalizada, o volante Juninho também foi expulso. Assim, o Vasco perdeu cinco atletas para o jogo do próximo sábado contra o Confiança, em São Januário.

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– No final do jogo, a gente perde o Juninho, que tomou o cartão (vermelho). O Matías (Galarza) tomou seu cartão dentro do jogo, que é o seu terceiro, o Jabá também. E o Morato teve a lesão e já estava fora do próximo jogo, e aí ele fez uma reivindicação e tomou o terceiro amarelo. Então da confusão generalizada a gente só perde o Juninho.

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Para o treinador, portanto, somente o caso de Juninho se deve a questão fora do contexto do jogo.

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– Eu tento controlar o máximo possível a questão emocional dos atletas, mas as questões do jogo, e às vezes o atleta se exalta um pouco mais. A única exceção foi o Juninho, e o Bruno foi coisa de jogo – concluiu.

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