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Embora a renúncia de Josep Maria Bartomeu e da sua diretoria no Barcelona tenha ocorrido nesta terça-feira (27), já começa a corrida eleitoral pela presidência do clube. O diário Mundo Deportivo, da Espanha, fez um levantamento sobre aqueles que estão de olho na vaga até então ocupada por Bartomeu.

No entanto, a gestão do Barcelona agora nas mãos da Comissão Gestora e, de acordo com o estatuto, as eleições acontecem em no mínimo 40 dias e no máximo 90 dias. Vários interessados já manifestaram a intenção de se candidatar, enquanto outros trabalham suas candidaturas há algum tempo, embora ainda não o tenham anunciado oficialmente.

Barcelona em 2014, mas tem saída melancólica Bartomeu assumiu o Barcelona em 2014, mas tem saída melancólica – Foto: JOSEP LAGO/AFP via Getty Images

Entre os que já anunciaram a intenção de se candidatar estão Víctor Font, Toni Freixa, Jordi Farré, Agustí Benedito e Lluís Fernández Alá. O ex-vice-presidente Emili Rousaud não anunciou sua candidatura, mas disse que tem o intenção de participar do pleito. Algo semelhante ao que acontece com Joan Laporta, enquanto o atual empresário Xavi Vilajoana e os empresários Jordi Roche e Joan Rosell permanecem calados.

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Víctor Font prepara sua candidatura há anos e tem um projeto que vai ganhar destaque quando começar a disputa eleitoral. Font, que tem em Xavi Hernández a pedra angular do seu projeto no campo desportivo, começa a priori como favorito nestas eleições, com a autorização de Joan Laporta.

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Toni Freixa trabalha em um projeto para as próximas eleições. Ele apresentou uma proposta há poucos dias no Camp Nou e, embora negue ser candidato, é considerado concorrente.

Agustí Benedito, candidato em 2010 e 2015, também comentou sobre o desejo de voltar a concorrer e há algumas semanas vem recrutando sua equipe para voltar a ser candidato.

A crise no mandado de Bartomeu chegou ao auge após o desentendimento com Messi A crise no mandado de Bartomeu chegou ao auge após o desentendimento com Messi – Foto: JOSEP LAGO,LLUIS GENE/AFP via Getty Images

Jordi Farré, o promotor da moção de censura que encerrou o mandato de Bartomeu, já era pré-candidato em 2015. No entanto, não reuniu as assinaturas necessárias para isso. Mas agora está convencido de que terá muito mais apoio, tem a candidatura pronta e diz estar confiante.

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Por fim, Lluís Fernández Alá, empresário, foi o último a entrar na disputa eleitoral. Ele é o menos conhecido de todos, já que é sua primeira interferência no ambiente do Barcelona.

Joan Laporta ainda não anunciou sua candidatura, mas já está trabalhando nisso há algum tempo. Ele tem mais carisma do que o restante dos candidatos e o aval de ter liderado o Barcelona em seu momento mais brilhante.

Emili Rousaud, que seria uma continuação, também pretende candidatar-se e trabalha silenciosamente tentando reunir vários candidatos numa lista unitária.

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Finalmente, resta saber se Jordi Roche e Joan Rosell darão o passo. Roche, ex-presidente da Federação Catalã, trabalha há muito tempo, enquanto Rosell, que é executivo, tem a candidatura preparada e o apoio de grande parte do mundo empresarial catalão. Xavi Vilajoana, membro da atual diretoria, também pode liderar uma candidatura. A corrida eleitoral começou.