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Tite pode não ser um técnico que conte com 100% da confiança do amante do futebol. No entanto, é preciso destacar que uma coisa ele tem de sobra: toque mágico. Nesta quarta-feira, contra a Colômbia, o que se viu foi um adversário duríssimo, que entrou em campo para garantir resultado, tudo menos jogar. Quando abriu o placar ficou pior ainda, pois aí sim a área colombiana ficou totalmente congestionada. Mas, para colaborar com os adversários, o Brasil apresentou um futebol burocrático, lento nos toques, facilitando a vida do rival.

Tite Tite vai abrindo caminho e acumulando feitos no comando da Seleção Brasileira | Foto: Lucas Figueiredo / CBF / Divulgação

Entretanto, vale destacar o que funcionou. Eis que, no intervalo, no segundo tempo, Tite sacou Everton Ribeiro e lançou Roberto Firmino. Em seguida, tirou Alex Sandro, mandando Renan Lodi a campo. Teoricamente o Brasil ganharia mais ofensividade, mas não foi o que se viu. A burocracia se manteve, sem que a Seleção criasse alguma jogada efetiva.

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Eis que, aos 32 minutos, os dois que entraram no segundo tempo igualaram o placar, mudando o cenário do jogo. No lance, Renan Lodi cruzou para a área, e Firmino, livre da marcação, tocou para o fundo da rede. Assim, mesmo que não tivesse feito uma mudança tática, trocando apenas peças, eis que deu certo. O Brasil de Tite chegou ao empate, abrindo caminho para maior domínio brasileiro e, embora sofregamente, chegando ao empate.

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Desse modo, Tite garantiu mais um feito à frente da Seleção Brasileira. Desde 1999, com Luxemburgo, o Brasil não vencia os três primeiro jogos de uma Copa América.

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