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O Fluminense vem pagando caro por oscilar no Campeonato Brasileiro. Com a derrota para o Santos, na Vila Belmiro, o Tricolor Carioca perdeu chance de pular para o G-6. Além disso, voltou a ver algo que incomoda há algum tempo: dificuldade ofensiva.

Quando vê o rival se fechar e precisa encontrar soluções, o Fluminense tem se enrolado nos últimos jogos. Marcão buscou alternativas e, no papel, vem apostando em uma formação mais ofensiva. Venceu Athletico-PR e Flamengo, mas em um contexto que vem favorecendo o Tricolor Carioca: controlar e suportar o adversário e dar o bote.

Luiz Henrique Fluminense Luiz Henrique tem sido o principal nome do ataque tricolor | Foto: Lucas Merçon / Fluminense / Divulgação

Contra o Athletico-PR, por exemplo, jogo em que quebrou uma sequência sem vencer, o Fluminense teve 48% da posse de bola e finalizou seis vezes. Ganhou por 1 a 0, com um gol contra. No clássico, o Tricolor Carioca encaixou melhor a proposta de jogo de se defender e castigar o adversário. O Fluzão teve apenas 28% de posse no Fla-Flu e conseguiu 11 finalizações nos 3 a 1 no Maracanã.

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Já o roteiro contra o Santos foi parecido com o do jogo contra o Corinthians. O Fluminense saiu atrás e não conseguiu reagir. Contra o Peixe, o Flu teve mais posse de bola (55%) e finalizou mais (17 vezes). Entretanto, não foi efetivo. Já havia ocorrido com o Timão, com 46% de posse e 13 finalizações.

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O jogo contra o Atlético-GO, por sua vez, é um bom exemplo de como o Fluminense pode se enrolar na situação em que precisa atacar mais um rival que se retrai na maior parte do tempo. Com 52% de posse e 14 finalizações, sendo apenas uma no alvo, o clube carioca decepcionou ofensivamente.

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Por mais que venha jogando com mais uma peça ofensiva (no caso, Arias), o Fluminense ainda mostra que precisa de mais soluções criativas, como maior presença ofensiva dos laterais. Além disso, uma aproximação maior entre os homens de ataque. Também é necessário recuperar tecnicamente alguns nomes, como Caio Paulista.

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