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A vitória de 1 a 0 do Fluminense sobre o Cerro Porteño foi sem graça, mas garantiu o Fluminense nas quartas de final da Copa Libertadores. Entretanto um fator tornou o jogo histórico: Paulo Henrique Ganso completou 100 jogos com a camisa do Tricolor. Uma história que se iniciou em 2019 e que teve mais baixos do que altos.

Os números mesmo acabam depondo contra Ganso. Contratado com festa no aeroporto e tratado como estrela da companhia, o jogador não conseguiu nunca emplacar com a camisa do Fluminense. Jamais entregou tudo o que dele se esperava.

Ganso não entregou ainda tudo o que prometeu no Fluminense (Foto: Lucas Merçon/Fluminense)

Ao todo, nos 100 jogos em que esteve no clube, foi reserva em boa parte deles. Além disso marcou nove gols. Mas se dizem que as assistências devem ser seu forte, a situação ainda é pior. Foram apenas seis passes para gol.

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Ganso não conseguiu ser titular absoluto com nenhum treinador do Fluminense. Mas conseguiu protagonizar uma briga que derrubou Oswaldo de Oliveira. Irritado ao ser substituído, bateu boca e quase chegou as vias de fato com o treinador, demitido um dia depois.

– Me demitem e isso serve de exemplo para ele fazer o que quiser. Belo exemplo – reclamou na época o treinador.

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Ganso ganhou sobrevida no começo desta temporada com Roger Machado. O treinador decidiu dar a ele a possibilidade de jogar como um falso camisa 9. Mas após algumas boas exibições, voltou para a condição de reserva.

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Ao longo do Campeonato Brasileiro tentou se transferir para o Santos e demonstrou insatisfação. Mas acabou permanecendo por falta de acordo entre as partes. Com contrato até 2023 tenta reescrever a sua história pelo clube.

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