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O clima foi de um desabafo. Mas cada um sabe os problemas que enfrenta na vida e na profissão. Marcelo Benevenuto chegou ao Botafogo em 2016 e foi campeão brasileiro sub-20 pelo Alvinegro. Naquele mesmo ano estreou no futebol profissional aos 20 anos e na temporada seguinte já era titular.

Sua trajetória no clube, entretanto, foi de altos e baixos apesar do alto potencial. Em 2020, ano em que o Alvinegro fez sua pior campanha na história do Campeonato Brasileiro e acabou rebaixado. O zagueiro não escapou das críticas da torcida revoltada e este ano foi emprestado ao Fortaleza.

Marcelo Benevenuto em ação pelo Botafogo (Foto: Vitor Silva/Botafogo)

Na equipe cearense, Benevenuto se reencontrou a vem ajudando a equipe a fazer uma campanha inédita na Série A.

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– O Fortaleza é a minha segunda família, porque sou muito grato ao Fortaleza pelo momento em que me pegaram. Nos seis últimos meses do ano passado não tive um momento tão bom lá no Botafogo, acabei sendo muito criticado, taxado de várias coisas que eu tenho certeza de que não sou. Querendo ou não isso atrapalha na carreira do jogador, até mesmo quando vai para o outro clube – afirmou Benevenuto.

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O jogador prosseguiu.

– Me taxaram de baladeiro, que eu era isso e aquilo, mas eu estava com a consciência tranquila da pessoa que eu sou, do jogador que eu sou. E o Fortaleza abriu as portas para mim de uma maneira que sempre que entro em campo tenho que deixar tudo, porque foi o Fortaleza que me ressuscitou para o futebol. Sou muito feliz aqui e grato eternamente ao Fortaleza – completou.

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Com contrato com o Botafogo até 2023, para Benevenuto permanecer no Fortaleza o clube terá que adquirir os seus direitos ou tentar a renovação do empréstimo.

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