Publicidade

Leandro Carvalho chega ao Botafogo como aposta para 2018 (Foto: Divulgação Paysandu) Leandro Carvalho chega ao Botafogo como aposta para 2018 (Foto: Divulgação Paysandu)

O Botafogo anunciou o acerto com Leandro Carvalho, adquirindo 50% dos direitos econômicos do jogador. Chega como principal aposta do clube, até agora, para 2018. Nascido em Belém, Leandro Carvalho engrossa a lista de paraenses que defenderam as cores do Botafogo.

Confira uma lista de feras do Pará que fizeram o mesmo no passado. É o caso de Quarentinha, por exemplo, considerado um dos maiores ídolos do clube.

Publicidade

LEIA MAIS

Quem vingou? Como andam os destaques do último título do Flamengo na Copinha
Arsène Wenger supera Ferguson e vira recordista na Premier League

Flamengo inicia 2018 com ano velho ‘nas costas’ e pendências a resolver
São Paulo tem 14 técnicos em nove anos, mas título que é bom…

Emmanuel Sodré – ponta direita.

Publicidade

Nasceu em Belém, em dezembro de 1888. Mais que apenas um reforço alvinegro, ele foi um dos fundadores do Botafogo. Conquistou o Campeonato Carioca de 1907, 1910 e 1912. Faleceu em julho de 1982.

Rolando de Lamare – meio de campo.

Publicidade

Nasceu em Belém, em novembro de 1888. Contemporâneo de Emmanuel Sodré, colocou no currículo os mesmos títulos. Faleceu em julho de 1963.

Abelardo – meio de campo
Família De Lamare marcou época no Botafogo. Nascido em novembro de 1892, também em Belém-PA, participou do Campeonato Carioca de 1910, garantindo o título para o Alvinegro. Faleceu em outubro de 1979.

Pamplona – meio de campo
Também nasceu em Belém, em março de 1904, este sim, oriundo de outros clubes. Reforço do Botafogo, transferido em 1924, iniciou carreira no Clube do Remo e passou pelo Fluminense, antes de chegar a General Severiano. Conquistou os títulos cariocas de 1930, 1933 e 1934. Esteve com a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1930, no Uruguai. Faleceu em dezembro de 1973.

Publicidade

Octavio – meio de campo

 

Publicidade

Chegou ao Botafogo depois de passar pelos amadores do Fluminense, em 1943. Participou da campanha do título do Campeonato Carioca de 1948. É ainda o 7º maior artilheiro do Botafogo, com 170 gols em 200 jogos, entre 1943 e 1952. É considerado o “inventor do futevôlei”. Faleceu em outubro de 2009.

O grande ídolo…

Quarentinha – atacante

Publicidade

Um dos maiores ídolos do clube, nascido em Belém, atuava no Vitória-BA antes de se transferir para o Botafogo, em junho de 1954. Conquistou o Campeonato Carioca de 1957 e 1962, além do Torneio Rio-São Paulo, em 1962 e 1964. Quarentinha, ou Waldir Cardoso Lebrego, é o maior goleador do Botafogo de todos os tempos. Faleceu em fevereiro de 1996.

Freitas – atacante
José Ribamar Freitas é outro nascido em Belém. Chegou ao Botafogo após defender o Fluminense de Feira de Santana, na Bahia. Estreou no Botafogo enfrentando o Olaria, pela Taça Guanabara. Faleceu em novembro de 2013.

Lupercínio – ponta esquerda
Paraense de Belém, chegou ao Botafogo vindo do Náutico. Estreou no Alvinegro em 1983, enfrentando a Ferroviária, de Araraquara, pela Taça de Ouro. Faleceu em junho de 2010.

Publicidade

Ondino – meio de campo
Chegou ao Botafogo em junho de 1984, estreando no Alvinegro em um amistoso, contra a seleção de Itajubá-MG. Antes, havia defendido a Tuna Luso.

Paulo Guilherme – zagueiro
O defensor nasceu na cidade de Bragança, no Pará. Iniciou na Tuna Luso antes de vestir a camisa do Botafogo, em 1984. Destacou-se por ter sido o autor do gol que deu o título do Torneio de Genebra ao clube de General Severiano. A conquista veio com a vitória por 1 a 0 sobre o Everton, da Inglaterra.

Luis Mario – atacante
Nascido na cidade de Vigia, chegou ao Botafogo em 2006. Iniciou a carreira no Remo, mas defendeu também Corinthians, Grêmio, Atlético Mineiro e até Vitória de Guimarães, de Portugal.

Publicidade

Jóbson – atacante

Jóbson não passou de uma grande promessa no Botafogo (Foto: divulgação)

Ele mesmo… Nasceu em Conceição do Araguaia, no Pará. Chegou ao Botafogo contratado ao Brasiliense, estreando em 2009. Teve carreira meteórica, mas questões como doping e confusões fora de campo comprometeram.