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O Barcelona não vai ser uma galinha morta contra o Fluminense. O Tricolor terá pela frente um adversário que costuma dar trabalho para os brasileiros. Principalmente a partir deste século, quando o futebol do Equador apresentou grandes progressos.

Embora leve desvantagem nos confrontos diretos nas fases finais, o histórico geral do Barcelona de Guayaquil prevê um duelo equilibrado.

Grêmio teve trabalho contra o Barcelona (Foto: Divulgação Grêmio)

O time equatoriano já cruzou com seis equipes brasileiras em três edições da competição continental, em 1992, 1999 e 2017. Na primeira vez, contra o São Paulo, levou um 3 a 0 da equipe de Telê Santana e não conseguiu reverter em casa, apesar de vencer por 2 a 0.

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Em 1998, em sua melhor campanha na Libertadores, o Barcelona decidiu o título com o Vasco. Mas novamente ficou pelo caminho, desta vez com duas derrotas. O Cruzmaltino venceu em casa por 2 a 0 e em Guayaquil, por 2 a 1.

Barcelona deu trabalho em 2017

Há quatro anos, contudo, o Barcelona atormentou a vida dos times brasileiros. Já na fase de grupos, deu trabalho ao Botafogo. No Rio, bateu o Alvinegro por 2 a 0 e segurou um empate em 1 a 1 em casa.

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Nas oitavas, eliminou o Palmeiras na disputa de pênaltis. No jogo de ida venceu em São Paulo por 1 a 0, mas perdeu pelo mesmo placar na volta.

A vítima seguinte foi o Santos, nas quartas de final. Em casa, o Barcelona empatou em 1 a 1 com o Peixe, mas na Vila, os equatorianos venceram por 1 a 0 e avançaram.

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O Barcelona só parou nas semifinais diante do Grêmio, apesar de vencer por 1 a 0 na Arena. No jogo de ida, o Grêmio fez 3 a 0 em Guayaquil e abriu boa vantagem.

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Nas duas vezes em que chegou às semifinais, o Barcelona caiu diante da equipe que viria a ser campeã.

Assim, todo cuidado é pouco para o Tricolor diante do Barcelona. As duas equipes iniciam a decisão por uma vaga nas semifinais nesta quinta-feira, no Maracanã. A decisão da vaga será na semana seguinte no Monumental, em Guayaquil.

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