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O Vasco da Gama não conhecerá o novo presidente para o triênio 2021-23 este ano. Após o imbróglio causado pela realização de duas eleições em novembro, a disputa nos tribunais não tem data pra acabar.

São Januário (Divulgação)

Na segunda-feira, o desembargador Camilo Ribeiro Rulière enviou para decisão do plenário do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro o processo referente às eleições do Vasco.

Nesta quarta-feira, a Primeira Câmara Cível, marcou o julgamento para o próximo dia 17. Contudo, a votação seria realizada de forma virtual, o que depende que nenhuma das partes ofereça objeção.

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Algumas horas depois, o presidente da Assembleia Geral do Vasco, Faeus Mussa, através de seus advogados, se opôs ao julgamento virtual. O julgamento, então, será em sessão presencial ou por vídeo-conferência. Entretanto, não há previsão para que isso ocorra na Primeira Câmara Cível. Vale lembrar que o TJRJ entra em recesso no dia 20 de dezembro e só retorna em 6 de janeiro.

Além disso, com o adiamento do julgamento do TRJ, uma nova eleição em 12 de dezembro não poderá acontecer.

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Entenda o caso – O Vasco teve duas eleições, uma exclusivamente presencial no dia 7, e outra de forma híbrida no dia 14. Mas as eleições foram marcadas por liminares na Justiça e várias irregularidades, especialmente a primeira, quando venceu o candidato Leven Siano.

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Nas eleições do dia 14, Siano se recusou a participar e o atual presidente, Alexandre Campello, se retirou. Portanto, somente Jorge Salgado e Júlio Brant concorreram, e Salgado venceu.

O Estatuto do Vasco prevê a posse do novo presidente no dia 20 de janeiro.