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O Vasco não prometeu premiação especial ao elenco pelo acesso. Ou seja, nada de “bicho”, em caso de vaga para a Série A. Uma estratégia “diferente”. É o que o Gigante da Colina é o único entre os candidatos a subir que não adotou a recompensa.

A postura do comando do futebol vascaíno divide opiniões e no campo daqueles que acham que o bicho faz diferença está o ex-volante Zé do Carmo. Capitão no bicampeonato brasileiro do Vasco em 1989, ele completou 60 anos em agosto e segue acompanhando o ex-clube.

Vasco Alexandre Pássaro é o responsável pelo futebol do Vasco (Reprodução VascoTV)

Em participação no Canal Atenção Vascaínos, Zé do Carmo deu a sua opinião sobre o assunto.

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– Faz muita diferença. Faz tanta diferença porque nos educaram assim. Desde o começo da carreira você recebe bicho, então você querer parar, de uma hora para outra, é complicado. Não quer dizer que isso seja uma situação definitiva, que se o clube não quiser pagar bicho ninguém entra em campo ou falte determinação. Não é isso. Mas que o bicho ajuda bastante não tenha dúvida nenhuma. Ajuda muito. Pode ter certeza que o bicho entra como uma das grandes motivações do jogador de futebol – garantiu o ex-ídolo de Vasco e Santa Cruz e que hoje mora em Recife (PE).

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Restando seis partidas para o fim da Série B, o Vasco precisa de quase 100% de aproveitamento para estar na Primeira Divisão em 2022. Nesta quinta-feira, o Cruzmaltino enfrenta o Guarani, concorrente direto pelo G-4, em Campinas. A partida é uma decisão para a equipe de Fernando Diniz.

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