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Maracanã tem novo gestor rival do Flamengo. A partir de agora, a arena começa a mudar de mãos, passando da Odebrecht para a gestão do grupo francês Lagardère. Trata-se de um conglomerado de mídia que inclui empresas nas áreas de editoração, varejo, comunicação e aeroespacial. O grupo foi fundado pelo empresário Jean-Luc Lagardère e, no Brasil, já administra as arenas Independência e Castelão, tendo como parceira empresa brasileira BWA, formando o consórcio Lu Arenas.

Maracanã tem novo gestor rival do Flamengo Maracanã tem novo gestor rival do Flamengo e pode haver impasse

A Lagardère deve iniciar sua gestão com investimento de R$ 15 milhões, aporte que será utilizado na parte estrutural do Maracanã. Porém, estipula-se que o valor total de investimento chegue a R$ 500 milhões. A participação da BWA – consórcio Lu Arenas -, no entanto, não está esclarecida. O motivo é bem simples.

A BWA, parceira da Lagardère, já teve parceria também com o Flamengo. No caso, tratava-se da comercialização de ingressos para jogos – Ingresso Fácil -, na gestão Patricia Amorim. Quando assumiu, a nova diretoria passou a questionar a atuação da empresa, considerando-a prejudicial ao clube. A BWA era também credora do Flamengo, por meio de empréstimos, pelos quais eram cobrados juros bem altos, segundo a gestão Bandeira de Mello, que levantou ainda a suspeita de que a empresa mantinha relações com cambistas, falsicações de ingressos e tráfico de influência.

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Ter um bom relacionamento com os clubes é primordial para a gestão da Arena Maracanã, principalmente no caso do Flamengo, que é o clube que mais público leva aos jogos. O Rubro-Negro, por sua vez, se recusa a conversar com a BWA. Em janeiro, a diretoria do Flamengo fechou contrato para uso da Arena da Ilha, na Ilha do Governador, por três anos. A ideia é não fazer uso do Maracanã.