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Uruguaio, atacante e contratado com a expectativa de ser artilheiro. No começo da década, a “resposta” seria Loco Abreu. Em 2018, atende pelo nome de Rodrigo Aguirre, novo reforço do Botafogo. Ele será o 22º gringo do Fogão de 2010 para cá, sendo o oitavo do Uruguai.

Aguirre chega ao clube cercado de expectativa | Foto: Vitor Silva / SSPress / Botafogo

O Uruguai lidera a lista de gringos do Fogão na década. Loco Abreu abriu as portas e se tornou ídolo. Lodeiro foi outro uruguaio de destaque. O quesito “decepção” pertence a Mario Risso, zagueiro que fez apenas um jogo pelo clube, e Bazallo, volante que nem sequer atuou – apenas ficou no banco.

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A Argentina aparece na segunda colocação, com seis gringos, destaque para Herrera e Bolatti. A lista também conta com um holandês (Seedorf), um peruano (Luis Ramírez), um camaronês (Joel), um boliviano (Lizio), dois paraguaios (Zeballos e Gatito Fernandéz) e dois chilenos (Canales e Valencia).

Os gringos que deram certo no Botafogo

Loco Abreu

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“Uh, é o Loco!” A torcida não se cansou de cantar para o atacante uruguaio. Loco Abreu logo se transformou em ídolo. Os torcedores não se esquecem da cavadinha sobre o Flamengo, em 2010, acompanhada do título estadual.

Ídolo, Loco Abreu está na história do clube | Foto: Divulgação Botafogo

Herrera

Também fez sucesso pelo clube. Formou dupla de ataque com Loco Abreu. Herrera se caracterizava pela raça e velocidade.

Herrera se destacou pelo Fogão | Foto: Divulgação Botafogo

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Seedorf

Um craque mundial que brilhou com a Estrela Solitária no peito. Seedorf chegou a General Severiano em 2012, foi campeão carioca no ano seguinte e levou o time à Libertadores de 2014.

Seedorf foi campeão carioca | Foto: Divulgação Botafogo

Lodeiro

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Outro uruguaio de sucesso, com técnica, raça e velocidade. Foi um dos destaques do time ao lado de Seedorf & Cia.

Lodeiro é outro uruguaio de sucesso no clube | Foto: Divulgação Botafogo

Carli

O xerife argentino conquistou a torcida alvinegra com raça e disposição. Porém, este ano, Carli perdeu espaço no time.

Xerife Carli perdeu espaço este ano | Foto: Divulgação Botafogo

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Gatito Fernandéz

O goleiro paraguaio caiu nas graças da torcida e não sentiu a responsabilidade de substituir Jefferson, até então lesionado. Gatito tem brilhado, sobretudo pegando pênaltis.

Gatito conquistou a torcida alvinegra | Foto: Divulgação Botafogo

Os gringos ‘apagados’ do Botafogo

O zagueiro Mario Risso chegou ao clube em 2014. Fez apenas um jogo, pelo Carioca, e logo foi emprestado ao Náutico.

Risso fez apenas um jogo pelo clube | Foto: Divulgação Botafogo

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Adeus sem jogar

O compatriota Bazallo foi ainda pior. O volante uruguaio não teve chance. O máximo que conseguiu foi ser relacionado, em 2015, mas não entrou em campo, sendo dispensado sem jogar.

Bazallo não fez nem sequer um jogo pelo Botafogo | Foto: Divulgação Botafogo

Montillo sofreu

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O argentino Montillo chegou cercado de expectativa, para comandar o time na Libertadores do ano passado. Porém, sofreu com lesões, pouco jogou e deixou o clube.

Montillo não conseguiu render | Foto: Divulgação Botafogo

Os gringos da década do Botafogo

Loco Abreu (uruguaio)
Herrera (argentino)
Arévalo Rios (uruguaio)
Seedorf (holandês)
Lodeiro (uruguaio)
Bolatti (argentino)
Zeballos (paraguaio)
Ferreyra (argentino)
Luis Ramírez (peruano)
Mario Risso (uruguaio)
Álvaro Navarro (uruguaio)
Gervásio Núñez (argentino)
Carli (argentino)
Salgueiro (uruguaio)
Canales (chileno)
Bazzallo (uruguaio)
Lizio (boliviano)
Gatito Fernandéz (paraguaio)
Montillo (argentino)
Valencia (chileno)
Joel (camaronês)
Aguirre (uruguaio)