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Expulso aos 20 minutos do primeiro tempo, o lateral-direito Emerson Royal ganhou voto de confiança de Tite na Seleção Brasileira. O técnico pontuou o vacilo do jogador, mas fez questão de dar apoio.

O Brasil vencia o Equador, em Quito, pelas Eliminatórias, e tinha vantagem numérica, quando Emerson Royal levou o segundo amarelo. O duelo terminou empatado.

Emerson Royal Seleção Brasileira Emerson Royal recebe apoio de Tite na Seleção Brasileira | Foto: Lucas Figueiredo / CBF / Divulgação

– Prejudica, sim, toda engrenagem que a gente buscava. Mas falei com o Emerson no vestiário. Existem situações de aprendizado. A gente comete alguns erros com impetuosidade e a própria maturidade vai dar. Ele errou, sabe. Ele não tem técnico que corta na cabeça e entrega na bandeja, não. Vai continuar, vai aprender, porque é assim que nós trabalhamos – declarou Tite.

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Para recompor a lateral direita, o técnico da Seleção Brasileira tirou Philippe Coutinho e colocou Daniel Alves. Ele se desculpou com meia na hora da substituição.

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– Em relação ao Coutinho, há um lado técnico e há um lado humano. Ela não dissocia isso. Pedi desculpa a ele. Ele poderia jogar 90 minutos e estava programado para jogar 70 minutos – declarou Tite. Ele também explicou por que Coutinho foi o escolhido para sair.

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– O campo alarga, altitude, transições, velocidade, o atleta (Coutinho) ia se desgastar demais. A decisão foi de ter um Cunha inteiro, que com Jardine não era só 9, jogava com Richarlison e era jogador de conexão. Ele fazia a conexão com os dois meio-campistas para chegar nos dois externos. Teoricamente três atacantes, mas não eram, e sim dois atacantes e um flutuador.

O Brasil volta a campo nesta terça-feira para enfrentar o Paraguai, no Mineirão, às 21h30 (horário de Brasília).

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