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A Seleção Brasileira sentiu a ausência de Neymar contra a Venezuela? Sim. Logicamente que jogar sem o principal jogador faz diferença. Entretanto o drama do Brasil contra os venezuelanos vai além da ausência de Neymar. Cada vez mais fica evidente que o time canarinho é muito limitado e passa pela ausência de craques que tenham protagonismo nas grandes ligas do futebol mundial.

Contra a Venezuela o meio-de-campo tinha Fabinho, Éverton Ribeiro, Gérson e Lucas Paquetá. O primeiro era o único em um time de grande nível europeu. Éverton Ribeiro é acima da média onde joga, mas em um Campéonato Brasileiro nivelado por baixo. Gérson sequer conseguiu se firmar no Olympique de Marselha e Paquetá ainda busca seu espaço no futebol francês.

Brasil caiu de nível nos últimos anos (Foto: Reprodução TV)

Se Gabigol desequilibra no Flamengo, mostra muitas dificuldades quando atua com a Seleção Brasileira. Gabriel Jesus, que ainda tem destaque no Manchester City, parece muitas vezes perdido na equipe canarinho.

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Hoje as principais referências da Seleção Brasileira estão na defesa. Alisson, Marquinhos e Thiago Silva viraram referências ainda no Velho Continente, onde se joga atualmente o melhor futebol do mundo. Mas é pouco até mesmo em um setor defensivo que sequer tem laterais confiáveis.

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Enquanto isso Neymar parece uma ilha do meio para frente e quando ele não joga acontece o que vimos diante da Venezuela. A supremacia nas Eliminatórias sul-americanas, que sequer consegue ser repetida na Copa América, mostra como faz falta disputar amistosos contra gigantes europeus. Assim só sabemos como estamos em Copas do Mundo. E nas últimas o final tem sido o mesmo: eliminação para europeus. Assim é o momento de abrir o olho. Mas tem que ser rápido.

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