O fracasso nas Eliminatórias para Copa do Mundo fez mais uma vítima na Itália. Afinal, Gennaro Gattuso deixou o comando da seleção em comum acordo com a federação nesta sexta-feira (3). Em comunicado, o agora ex-técnico agradeceu aos torcedores italianos e lamentou a ausência da Azzurra em mais um Mundial.

“Com o coração pesado, por não termos conseguido atingir o objetivo que traçamos, considero que meu tempo como técnico da seleção chegou ao fim. A camisa da Azzurra é o bem mais precioso do futebol, por isso é justo facilitar as futuras avaliações técnicas desde o início. Gostaria de agradecer ao presidente Gabriele Gravina e a Gianluigi Buffon, juntamente com toda a equipe da Federação, pela confiança e apoio que sempre me demonstraram. Foi uma honra comandar a seleção. Mas o meu maior agradecimento vai para os torcedores, para todos os italianos que nunca deixaram de demonstrar seu amor e apoio à seleção ao longo destes meses”, afirmou.
A Federação Italiana de Futebol (FIGC) também agradeceu ao treinador pelos serviços prestados. Gattuso assumiu a seleção em junho de 2025 no lugar de Luciano Spalletti, que não resistiu a uma sequência de três partidas sem triunfos.
O futebol italiano passa por sérias reformulações após ficar fora da terceira Copa do Mundo consecutiva, tornando-se a primeira seleção campeã mundial a ficar ausente da competição por três vezes seguidas. Além de Gattuso, Gabriele Gravina renunciou ao cargo de presidente da Federação Italiana. Outro que saiu foi o ex-goleiro Gianluigi Buffon.
Guardiola na vaga de Gattuso?
Para o lugar de Gattuso, a Itália sonha com a contratação de Pep Guardiola, que tem contrato com o Manchester City até junho de 2027. Outros nomes como Roberto Mancini (Al-Sadd, do Catar), Antonio Conte (Napoli) e Massimiliano Allegri (Milan) também estão cotados.
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