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Hoje no Eintracht Frankfurt, Boateng sempre foi um combatente ao racismo no futebol (Foto: Divulgação Eintracht Frankfurt) Hoje no Eintracht Frankfurt, Boateng sempre foi um combatente ao racismo no futebol (Foto: Divulgação Eintracht Frankfurt)

Neste dia 20 de novembro, em que se celebra o Dia da Consciência Negra no Brasil, impossível não tocar na questão do racismo, um mal no mundo todo. Para ilustrar o tema, buscamos entrevista do meia Kevin-Prince Boateng, atualmente no Eintracht Frankfurt, à revista alemã Suddeutsche Zeitung’s Now. Na matéria, ele fala sobre a necessidade de as autoridades do futebol fazerem mais para enfrentar o racismo.

Boateng tem sido um defensor ferrenho de grupos antirracistas ao longo de sua carreira. Ele ocupou manchetes de jornais em 2013, quando deixou o campo durante uma partida do Milan, após receber insultos racistas. O fato ocorreu durante um amistoso contra a equipe do Pro Patria, da quarta divisão italiana. Na ocasião, Boateng chutou a bola em direção à arquibancada e deixou o gramado.

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“Para combater o racismo no futebol é preciso mais do que criar slogans. Não basta mostrar um vídeo ‘não ao racismo’ para ser exibido antes dos jogos da Liga dos Campeões. Não basta usar uma camiseta com ‘sem racismo’, ou ‘mostramos o racismo no cartão vermelho”, disse à revista.

Desde pequeno

Boateng afirmou ainda que confronta o racismo desde jovem. Tanto que aprendeu a lidar com esse tipo de situação desde cedo.

“Eles querem machucar um menino de sete ou oito anos. Desde quando eu era jovem, aprendi a superar isso”.

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