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A janela de transferências no futebol europeu deve ser movimentada por grandes personagens. Muito se fala de Lionel Messi no Paris Saint-Germain. Outros trabalhavam com Neymar voltando ao Barcelona. Este último acabou renovando com o PSG. O assunto Messi deu muito pano para manga, como diram os antigos, e está muito longe do fim. Além disso essas especulações colocam na berlinda uma discussão que está forte no Velho Continente: o que vale mais, tradição ou dinheiro?

PSG e Barcelona disputam o destino dos craques. O Barcelona aposta na sua maior tradição, uma vez que dinheiro é algo que não está caindo do céu no Nou Camp. Assim manter Lionel Messi significa ter criatividade. Isso porque o craque argentino só quer ficar se o Barça montar um time em condições de brigar por grandes títulos.

Neymar nos tempos de parceria com Messi, no Barcelona (Divulgação) Neymar nos tempos de parceria com Messi, no Barcelona (Divulgação)

O PSG quer ganhar a Champions League de qualquer maneira. Mantendo Neymar e Mbappé, o que já vai dar trabalho, a ordem é melhorar o elenco. Assim o clube sonha com Lionel Messi e o dinheiro é a grande aposta para se opor à tradição do Barcelona. Nasser Al-Khelaifi, presidente e dono do PSG, tem assediado o craque argentino desde que ele sinalizou uma saída do Nou Camp em junho, quando termina o seu contrato.

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O assédio a Messi chegou a irritar Ronald Koeman, treinador do Barcelona.

– Não acho que isso seja ético. Ver pessoas do PSG falando de um jogador que está no nosso vestiário. Creio que o ideal seja esperar a temporada acabar para se abrir o diálogo sobre negociações – reclamou Koeman recentemente.

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Em repúdio o Barcelona passou a assediar Neymar, usando o desejo dele e de Messi de voltarem a jogar juntos. O PSG então formalizou um comunicado pedindo que o Barcelona deixe o craque brasileiro em paz. Mas no caso de Neymar o dinheiro venceu a tradição.

É neste cenário que a janela de transferências da Europa promete ser uma das mais quentes dos últimos anos. Assim o destino de Messi promete monopolizar a grande mídia no Velho Continente.

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