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“Dembélé não aprende”. Essa é a conclusão dos médicos do Barcelona, após mais uma lesão do atacante francês. A última dele aconteceu no dia 5 de dezembro, em Cádiz. O jogador saiu após o intervalo, substituindo Philippe Coutinho, mas poucos minutos depois de entrar em campo sentiu dor na parte posterior da coxa direita. Os médicos perguntaram se dava para continuar, mas diante do “ok” do jogador, nada fizeram. Dembélé, no entanto, não tinha condições e falhou muito.

Ousmane Dembélé chegou ao Barcelona para ocupar a vaga de Neymar Ousmane Dembélé esconde gravidade de lesões – Foto: PAU BARRENA/AFP via Getty Images)

No dia seguinte, os exames confirmaram uma contratura no bíceps femoral da perna direita, mas sem especificar o tempo para recuperação do jogador. As primeiras informações davam conta de duas a três semanas fora dos gramados. Os médicos então afirmaram que a culpa era do jogador. Se ele tivesse desistido a tempo, possivelmente teria poupado um bom punhado de dias de recuperação, mas quis ficar em campo.

O próprio Ronald Koeman, técnico do Barcelona, deixou o retorno do jogador em aberto. A questão é que Dembélé é reincidente.

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Em Cádis acabou tendo consequências menos graves do que na temporada passada, contra o Athletic Bilbao, logo na primeira rodada. Não só se lesionou e continuou em campo, jogando os noventa minutos, mas se recusou a fazer as provas no dia seguinte. A desculpa foi uma série de compromissos profissionais, indo treinar dois dias depois. Mas teve que se retirar ainda no aquecimento, devido a um desconforto na parte posterior da perna esquerda.

"Estou nesse esporte há muitos anos", diz Koeman sobre a pressão do clássico Koeman já sabe do problema de Dembélé e pouco conta com ele – Foto LLUIS GENE/AFP via Getty Images)

Os testes confirmaram que ele tinha uma lesão de tendão, o que o tirou do campo por cinco semanas. Nem é preciso dizer que a raiva do então técnico Ernesto Valverde foi enorme.

Sorte ou não, está claro que a lesão de Dembélé é de menor magnitude, pois ele voltará nos próximos dias. Mas o problema permanece latente com o jovem atacante: por mais que os preparadores físicos e os médicos tentem, não conseguem ter informações sobre seus problemas.

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