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A Medicina brasileira é uma das mais avançadas na área esportiva. Isso desde os anos 90, quando médicos da Seleção Brasileira atuavam para verificar lesões de atletas em grandes clubes do futebol europeu. Além disso clubes da Ásia e da Oceania buscavam esses profissionais como integrantes de comissões técnicas.

Médicos como Lídio Toledo e José Luis Runco já atuaram na recuperação de atletas brasileiros que atuavam em grandes clubes do futebol europeu, mas que não abriam mão de serem operados ou cuidados pelos profissionais brasileiros.

Felipe Carvalho vai trabalhar na Ucrânia. Mas será apenas mais um em pouco tempo (Foto: Divulgação)

Neste cenário o crescimento dos médicos brasileiros no futebol europeu só cresce. Agora clubes do Velho Continente já começam a contratar os médicos brasileiros para liderarem o setor.

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Recentemente o UCSA, que atualmente busca uma vaga na Champions League pelo Campeonato Ucraniano, contratou o médico Felipe Carvalho. Ele está trabalhando no desenvolvimento de um departamento médico com utilização de biotecnologia de ponta para prospectar novos avanços na medicina regenerativa e disseminar a prática entre os atletas do futebol europeu.

– A gente sempre conversou muito. Desde 2019 as coisas vêm acontecendo. A medicina regenerativa vai ganhar o mundo. Assim vamos trabalhar – disse ele.

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Outros clubes europeus já sondaram profissionais de saúde do Brasil para integrarem as suas comissões técnicas. Equipes da Suécia e da Rússia já trabalham também com esta possibilidade e o assunto pode evoluir nos próximos dias. Assim a medicina brasileira vai ganhando corpo. Além disso abrindo mercados.

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