Ex-técnico do Real Madrid, Fabio Capello não poupou críticas ao brasileiro Ronaldo Fenômeno, com quem trabalhou na equipe espanhola entre 2006 e 2007. Para o italiano, o atacante era um líder negativo no vestiário.

“Ronaldo Nazário era um líder negativo que organiza festas enormes e não queria treinar”, declarou o comandante, em entrevista ao programa “Hat-Trick” do canal egípcio “ON Sport”.
Dentro das quatro linhas, Capello aproveitou para utilizar o Fenômeno para diminuir o português Cristiano Ronaldo. O ex-treinador de futebol elogiou o gajo somente pela sua dedicação como jogador.
“Cristiano é um grande goleador e um atleta incrível, mas não tem a genialidade de Messi, Maradona ou Ronaldo. Essa genialidade que os outros possuíam está ausente em Cristiano. Não se pode compará-lo a esses três.
Aliás, não foi a primeira vez que Capello falou sobre as situações extracampo envolvendo Ronaldo Fenômeno. Em 2023, ele citou alguns episódios que rolavam no vestiário do Real Madrid.
“Em fevereiro de 2007, decidi mandar o Ronaldo embora. Gostava de festa e persuadia o grupo a sair com ele. Um dia chegou Van Nistelrooy e me disse: ‘Senhor, aqui no vestiário cheira a álcool’. E era verdade. O Ronaldo pesava 94 kg nesse ano. Na Coreia, no Mundial de 2002, pesava 82. Eu disse a ele para perder peso… chegou com 92,5…”, afirmou Capello, em frases reproduzidas pelo jornal “A Bola”.
Além do Real Madrid, Fabio Capello passou por outros grandes clubes em sua carreira como treinador. Afinal, comandou Milan, Roma, Juventus e as seleções da Inglaterra e Rússia. Por fim, passou por Jiangsu Suning, da China.
Você Também pode gostar
- Cristiano Ronaldo vai jogar? Onde assistir Al-Nassr x Neom pelo Campeonato Saudita
- Courtois recusa oferta de R$ 183 milhões por temporada e segue no Real Madrid; saiba mais
- Jorge Jesus revela que lesão de Cristiano Ronaldo é ‘mais séria do que o esperado’
- Jürgen Klopp quer treinar o Real Madrid, diz jornalista
- Real Madrid? Arábia Saudita? Vitinha abre o jogo sobre futuro no PSG
- Di María critica Atlético de Madrid pela gestão de argentinos do plantel: ‘Clube estranho’
Comentar