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Vida de técnico não costuma ser fácil. A pressão é grande, o que costuma resultar também em dança das cadeiras. E como tem sido nas grandes seleções do futebol mundial? Em tempos de Copa América e Eurocopa, o panorama mostra trabalhos consolidados e também algumas trocas.

A Eurocopa, por sinal, vai representar o fim de uma era na Alemanha. É a despedida de Joachim Low. Ele comanda a seleção alemã desde 2006 e foi campeão mundial em 2014.

Joachim Low Joachim Low está de saída da Alemanha | Foto: Imago Images

Desta maneira, Óscar Tabárez, já com status de lenda viva, vai levar a melhor sobre o alemão. Ele está à frente do Uruguai desde 2006. É uma bandeira do país. Ele já havia comandado o Uruguai por dois anos (1989 e 1990).

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Entre os países que estão na Copa América e na Eurocopa, destaque também para Deschamps. Ele está no comando da França desde 2012 – conquistou a Copa do Mundo da Rússia, em 2018.

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O atual campeão da Eurocopa também vem em um trabalho longo. Fernando Santos está à frente de Portugal desde 2014. Já Gareca assumiu a seleção peruana em 2015 e teve como grande feito levar o país à Copa do Mundo da Rússia, além de chegar à final da Copa América de 2019 – perdeu para o Brasil. Vladimir Petkovic assumiu a Suíça em 2015 e está no cargo desde então.

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A “turma” de 2016 é grande. Tite faz parte dela. Ele assumiu a Seleção Brasileira em substituição a Dunga. O carrasco de Tite no último Mundial também tem cinco anos de trabalho: o espanhol Roberto Martínez, técnico da Bélgica.

Tite Tite vai em busca do sonhado Mundial em 2022 | Foto: Imago Images

Gareth Southgate, técnico da Inglaterra, também está no cargo desde 2016, assim como Stanislav Cherchesov, da Rússia.

O ‘outro lado’ da vida dos técnicos

A dança das cadeiras também existe em seleções. A Colômbia, por exemplo, demitiu o português Carlos Queiroz em dezembro. Reinaldo Rueda, ex-Flamengo, assumiu a seleção colombiana.

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A Holanda recorreu a Frank de Boer, em 2020, para o lugar de Ronald Koeman, que deixou a seleção para assumir o Barcelona. A Itália também apostou em um ex-jogador. Após ficar fora da Copa do Mundo de 2018, Gian Piero Ventura não continuou e, em 2018, Roberto Mancini assumiu o cargo.

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