O goleiro Gianluigi Donnarumma abriu o jogo e falou sobre sua saída do PSG na última janela de transferências e a chegada ao Manchester City. A negociação foi finalizada somente no último dia do mercado aberto.

Na ocasião, os franceses contrataram Lucas Chevalier junto ao Lille, em uma tentativa de mudar o perfil do seu goleiro. Por outro lado, o City liberou o brasileiro Ederson para fechar com o Fenerbahçe, da Turquia.
“Não é fácil deixar um clube como aquele. Depois do que aconteceu, senti-me muito mal. Quando cheguei, adaptei-me a um certo estilo, mas nos últimos meses esse estilo já não existia. É uma pena, depois de um temporada em que trouxemos a Champions para Paris, algo que nunca tinha acontecido. Magoa. Mas é preciso virar a página, e no PSG, os meus companheiros e torcedores estarão sempre perto de mim”, disse o goleiro italiano, à “Sky Sports”.
Donnarumma mostrou gratidão pelos anos em que defendeu o clube francês.
“Agradecerei sempre ao PSG por tudo o que me deu, e pelo que eu contribuí. Foi fantástico. E agradeço sempre aos torcedores. Voltarei sempre a Paris, porque me deram uma segunda casa, foi uma parte fundamental da minha vida”, complementou.
Donnarumma elogia o agora companheiro Haaland
O goleiro revelou que Erling Haaland teve papel fundamental para sua transferência para o Manchester City.
“Quando surgiu a oportunidade de vir para cá, ele me mandou uma mensagem. Insistiu muito para que eu viesse e agradeço-lhe imensamente por isso. É um grande amigo, e ainda bem que jogo com ele, porque é muito difícil enfrentá-lo. Ele é um extraterrestre”, brincou o arqueiro, antes de continuar:
“É um cara fantástico, muito calmo e adora a sua família. Nos demos bem de imediato. Há uma sinergia, um sentimento natural. Mesmo quando jogávamos um contra o outro, mantínhamos o contato e falávamos frequentemente depois dos jogos”.
Por fim, Donnarumma falou sobre a adaptação à Premier League.
“Não esperava ter um impacto tão positivo na Premier League. Mas a equipe me ajudou muito porque me recebeu muito bem desde o momento em que cheguei. Ajudaram-me muito nos primeiros jogos, especialmente no primeiro, que foi apenas três dias depois de eu chegar. No primeiro treino, parecia que já aqui estava havia dois anos”.
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