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O Brasil precisou sofrer e se segurar para avançar para a semifinal da Copa América. Com um jogador a menos, após expulsão de Gabriel Jesus no começo do segundo tempo, a Seleção se fechou e garantiu o 1 a 0 sobre o Chile, nesta sexta-feira, no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro. Agora, o Brasil vai enfrentar o Peru na semi, nesta segunda-feira, novamente no Nilton Santos, às 20h (de Brasília). É a reedição da decisão da Copa América de 2019, vencida pela Seleção.

Tite usou a fase de grupos da Copa América para fazer testes, mas ainda não achou a formação ideal. O Brasil decepcionou na primeira etapa. A mudança no intervalo – a entrada de Lucas Paquetá – surtiu efeito imediato. A expulsão de Gabriel Jesus quase pôs tudo a perder.

Paquetá Brasil x Chile Paquetá precisou de um minuto para marcar | Foto: Conmebol / Divulgação

O Chile se “arrastou” na fase de grupos e venceu apenas uma vez – a Bolívia – e empatou com Argentina e Uruguai, além de perder para o Paraguai. Com um jogador a mais, não conseguiu superar a defesa brasileira e se despede da Copa América.

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O duelo reuniu os últimos campeões da Copa América. O Brasil é o atual vencedor, enquanto os chilenos ganharam em 2015 e 2016.

Brasil decepciona no primeiro tempo

O 4-2-4 de Tite não funcionou muito bem no primeiro tempo. Sem um meia e com pouco apoio dos laterais, os quatro atacantes encontraram problemas. Faltava mais rapidez também. Além disso, o Brasil não conseguiu pressionar a saída de bola do rival. O Chile, que congestionou o meio de campo, teve mais posse de bola.

Brasil x Chile Copa América Neymar precisou se virar no ataque do Brasil | Foto: Conmebol / Divulgação

A Seleção Brasileira encontrava dificuldade para criar. A primeira oportunidade aconteceu apenas aos 20 minutos. Neymar fez jogada individual e cruzou, mas Firmino não conseguiu completar. A resposta chilena foi com Vargas. O atacante do Atlético-MG tirou Thiago Silva para dançar e chutou. Ederson mandou para escanteio.

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Jardine
Copa América 2019

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Em rara trama brasileira na etapa inicial, Firmino aparou e tocou para Gabriel Jesus. Ele cruzou para Neymar, mas o craque não finalizou como gostaria e zaga afastou. Depois, Gabriel Jesus recebeu de Neymar, conseguiu ganhar da zaga e chutou com força, mas Bravo espalmou. Foi a melhor chance da Seleção.

Brasil x Chile Copa América 2 Alexis Sánchez reforçou o Chile contra o Brasil | Foto: Conmebol / Divulgação

Brasil se segura com um jogador a menos

Tite voltou com Lucas Paquetá no lugar de Roberto Firmino. A troca logo surgiu efeito. No primeiro minuto da etapa final, Paquetá tabelou com Neymar, ganhou da marcação e chutou para fazer 1 a 0.

A Seleção ficou com um jogador a menos. Aos três minutos, Gabriel Jesus levantou muito a perna, acertou praticamente uma voadora em Mena e foi expulso.

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O Chile deu um susto. Após cobrança de falta, Pulgar ajeitou para Vargas marcar, mas o volante estava impedido. O gol foi anulado.

O Brasil conseguiu um raro contra-ataque. Neymar avançou, invadiu a área, mas parou em Bravo. A resposta do Chile foi com Brereton, que entrou no lugar de Alexis Sánchis. Ele acertou o travessão.

A seleção chilena aumentou a pressão. Meneses, que entrara na vaga de Pulgar, obrigou Ederson a mandar para escanteio.

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O Brasil conseguiu se segurar, garantiu o resultado e está na semifinal da Copa América

FICHA TÉCNICA

BRASIL X CHILE

Local: Estádio Nilton Santos, Rio de Janeiro
Data: 02/07/2021, sexta-feira
Horário: 21h (de Brasília)
Árbitro: Patricio Loustau (ARG)
Assistentes: Ezequiel Brailovsky (ARG) e Gabriel Chade (ARG)
VAR: Andrés Cunha (URU)
Cartão amarelo: Sierralta, Palacios e Vidal (Chile) e Ederson (Brasil)
Cartão vermelho: Gabriel Jesus (Brasil)
Gol:
Brasil: Lucas Paquetá, 1′ do 2ºT
Chile:

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BRASIL: Ederson; Danilo, Marquinhos, Thiago Silva e Renan Lodi (Éder Militão); Casemiro e Fred; Gabriel Jesus, Neymar, Richarlison (Éverton Cebolinha) e Roberto Firmino (Lucas Paquetá). Técnico: Tite.

CHILE: Bravo; Medel, Sierralta e Vegas (Palacios); Isla, Pulgar (Meneses), Vidal, Aránguiz (Valencia) e Mena; Alexis Sánchez (Brereton) e Vargas. Técnico: Martín Lasarte.

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