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As especulações sobre uma possível saída do técnico Tite do comando da Seleção Brasileira existem na imprensa e nos bastidores da entidade. Não existe quem crave a permanência dele até a Copa do Mundo de 2022 por conta de desgastes internos. Há quem fale em interferências do ex-presidente Marco Polo Del Nero. Também existe quem garanta que o clima melhorou com o afastamento de Rogério Caboclo, desafeto do treinador. Mas o MAIS QUE UM JOGO apurou que no caso de o treinador pedir demissão ou ser dispensado, a Seleção Brasileira terá um técnico estrangeiro.

Hoje é consenso na entidade que existem poucos treinadores em condições de fazer um bom trabalho à frente do cargo. O nome mais cotado na ocasião da Copa América, Renato Gaúcho, acabou de assumir o Flamengo. Além disso está em grande momento e dificilmente vai deixar o clube.

Tite, Brasil, Eliminatórias Tite não é unanimidade na CBF (Foto: Lucas Figueiredo / CBF)

Assim a entidade deve seguir o modelo de muitos clubes e buscar um treinador de fora. Caboclo chegou a tentar Xavi para ser auxiliar de Tite visando uma futura saída do comandante. Mas a empreitada fracassou.

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A grande dificuldade é encontrar um nome de peso que aceite o desafio a um ano do torneio. Na entidade se acredita que nenhum nome de peso, como Pep Guardiola, aceitaria pegar o trabalho no meio e com pocuo tempo de treinamento.

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Tite, por sua vez, diz a amigos que pretende permanecer no cargo. O treinador deseja uma nova oportunidade de participar de uma Copa do Mundo, dessa vez cumprindo um ciclo inteiro de quatro anos. Antes de 2018 ele pegou a Seleção no meio do ciclo entre um Mundial e outro.

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