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O Fluminense recorreu a Marcão mais uma vez. Ele foi o escolhido para o lugar de Roger Machado, demitido após a queda tricolor na Libertadores. Trata-se de uma solução caseira e já conhecida. Afinal, em 2019 e 2020, Marcão também foi acionado pelo Flu. Alguns nomes são conhecidos nesta missão e sempre solicitados em trocas de comando. As coisas complicaram? É só chamar os interinos.

Esta figura é bem conhecida do futebol carioca. No Botafogo, por exemplo, Flávio Tênius, vira e mexe, fica à beira do gramado. O Flamengo recorria com frequência a Andrade e a Jayme de Almeida. O Vasco, por sua vez, sempre contava com Alcir Portela quando precisava.

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Identificado com São Paulo, Milton Cruz é mais um exemplo de interino “frequente”. Fábio Carille teve o mesmo status no Corinthians, enquanto Alberto Valentim desempenhou a função algumas vezes no Palmeiras.

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Ídolo do Fluminense, Marcão vem se “especializando” em ser acionado pelo clube. Foi assim em 2019, para a vaga de Oswaldo de Oliveira, e em 2020, quando Odair Hellmann deixou o Tricolor. Agora, ele foi efetivado para o lugar que era ocupado por Roger Machado.

Marcão Fluminense Marcão tenta tirar o Fluminense da crise | Foto: Mailson Santana / Fluminense / Divulgação

Treinador de goleiros do Botafogo, Flávio Tênius às vezes ajuda à beira do gramado também. Ele foi interno do Fogão em 2020 e também em 2011. Outro nome histórico do Glorioso é Antônio Clemente, que deu uma mão em 1994 e comandou o time em 1999 e 2000. Clemente ainda foi diretor de futebol.

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O Flamengo conhece bem a função. Um técnico histórico do clube, inclusive, era um “bombeiro” para qualquer hora: Carlinhos. Ídolo do clube, ele sempre era solicitado. Foram seis passagens à beira do campo, com destaque para dois títulos brasileiros.

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Andrade também teve uma “longa trajetória” como interino do Flamengo. Ele figurou no posto em 2004, 2005 e 2009, quando de fato foi efetivado e levou o Rubro-Negro ao título brasileiro.

Andrade Flamengo Andrade Flamengo virou busto na Gávea | Paula Reis / Flamengo

Mais um nome rubro-negro é Jayme de Almeida. Ele foi interino em 2012 e 2013, quando foi efetivado e conquistou a Copa do Brasil. Depois, comandou o time interinamente novamente em 2015, 2016 e 2017.

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O Vasco também tem interinos para chamar de seu. Na década de 90, por exemplo, era comum Alcir Portela, ex-jogador do clube, assumir o comando do time em algum momento. Gaúcho foi interino por três vezes, em 2010, 2011 e 2012, além de efetivado em 2012/2013.

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Mais recentemente foi a vez de Valdir Bigode socorrer o Vasco. Ex-atacante do clube, ele foi solicitado em 2017 e 2018.

Valdir Vasco recorreu a Valdir | Foto: Marcelo Sadio / Vasco / Divulgação

Os interinos do futebol paulista

O “recordista” da função de interino, provavelmente, deve ser Milton Cruz. Ele foi interino do São Paulo em 2005, 2009, 2011 (por duas vezes), 2012, 2013 e 2015.

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André Jardine também conheceu o posto no São Paulo. Ele assumiu a função em 2016 e 2018 – foi efetivado no fim do ano. Saiu no começo de 2019.

Fábio Carille preencheu alguns buracos no Corinthians até ganhar uma chance como efetivo e levar o time ao título brasileiro de 2017. Carille foi interino do Timão em 2010 e duas vezes em 2016.

Carille ganhou o Brasileiro pelo Corinthians | Foto: Daniel Augusto Jr. / Agência Corinthians / Divulgação

O Palmeiras recorreu a Alberto Valentim em 2014, por duas vezes, e em 2017.

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