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Sem Guerrero, suspenso provisoriamente por doping, Diego é a principal referência do Flamengo. O meia é uma das esperanças do time na reta final de 2017 e para os confrontos com o Junior Barranquilla – o primeiro jogo é nesta quinta-feira, no Maracanã -, pela semifinal da Sul-Americana. Ele vive uma temporada de artilheiro, com números melhores do que alguns atacantes de clubes brasileiros.

Diego é uma das armas do Flamengo para chegar à Libertadores de 2018 | Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

Diego soma 17 gols na temporada, atrás apenas de Guerrero no Flamengo – o peruano tem 20 gols. O meia é o artilheiro do time na Ilha do Urubu e já balançou a rede cinco vezes no Maracanã nesta temporada. Números de respeito.

O repertório de Diego é variado. Ele explora uma de suas principais características, que é a de sempre aparecer na área para finalizar. Além disso, já marcou em chute de fora da área e também tem a bola parada como arma, seja em cobrança de falta ou de pênalti.

Os gols de Diego em 2017

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Diego costuma ser recompensado pela característica de sempre procurar a área. O meia é inteligente também para procurar os espaços nas costas das defesas e ir para a direção do gol. Foi assim que marcou a maioria dos gols em 2017. Nove deles foram dentro da área, seja aproveitando rebotes, seja completando cruzamentos ou aproveitando brechas nos sistemas defensivos dos adversários.

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Outros seis gols foram de bola parada, sendo dois em cobranças de faltas – ambos no Maracanã, com a camisa 10, número utilizado em competições internacionais, como o caso da Sul-Americana -, e quatro batendo pênalti.

Em duas oportunidades, Diego marcou em chutes da entrada da área, em situações distintas. Na Ilha do Urubu, contra a Chapecoense, ele aproveitou rebote e emendou de primeira, num golaço. Na Arena Condá, novamente contra a Chape, ele se movimentou em direção ao gol, aproveitando os espaços, recebeu de Berrío e chutou quase que na linha da grande área para fazer o gol da vitória do Flamengo.

Diego mais artilheiro que centroavantes

O meia usa o número 35 e o 10 em competições internacionais, mas tem números de camisa 9. Pelo menos melhores do que alguns que jogam na função. Diego tem mais gols do que centroavantes de ofício, como Borja (12 gols pelo Palmeiras), Pratto (14 gols pelo São Paulo) e Ricardo Oliveira (12 gols pelo Santos), além de estar empatado com Roger, do Botafogo, e Willian, do Palmeiras.