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O Fluminense respondeu a contraproposta apresentada pelo volante Dodi. Mas o acordo ficou ainda mais distante. Uma conversa entre o presidente Mário Bittencourt e um dos representantes do atleta, Tadeu Cruz, definiu aquela que foi considerada a última cartada do Tricolor para contar com o jogador. Mas internamente o clima nas Laranjeiras é de pessimismo. Ainda existe uma distância muito grande entre o que o jogador deseja e aquilo que o Tricolor quer pagar.

Dodi fica mais distante do Fluminense (Foto: Mailson Santana/Fluminense)

Tadeu Cruz assumiu o lugar de Carlos Escuro na negociação justamente por conta do melhor relacionamento com a diretoria do Fluminense. Márcio Bittencourt é o terceiro agente do atleta, mas está alheio às negociações. Mas logicamente também terá poder de decisão.

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O Fluminense ofereceu um reajuste ao jogador e luvas de R$ 130 mil e luvas de R$ 600 mil pelo atleta. Dodi quer R$ 270 mil por mês e luvas de R$ 200 mil. As partes dificilmente vão resolver a  diferença de valor entre os salários.

Dodi e Fluminense acertaram tempo de contrato

Mário Bittencourt conversou com agente de Dodi. Mas acordo está longe (Foto: Lucas Merçon/ Fluminense)

O ponto positivo é que as duas partes chegaram a um acordo sobre o tempo de contrato. O Fluminense aceitou o pedido de Dodi para assinar um vínculo de quatro anos com o clube. Na próxima semana acontecerá a conversa definitiva. O contrato do atleta se encerra em 31 de dezembro e clubes como Palmeiras e Flamengo monitoram a situação.

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Dodi foi contratado no ano passado, mas foi na reta final do Campeonato Carioca deste ano que assumiu papel de protagonismo no elenco. O jogador tem sido uma das peças mais importantes na campanha no Campeonato Brasileiro. O Tricolor é o quarto colocado.