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O Fluminense enfrentou o Flamengo na decisão do Campeonato Carioca do ano passado na condição de azarão. O rival vinha de conquistas importantes como o Brasileirão e a Libertadores. Mas mesmo assim o Tricolor fez jogos duros. Perdeu por 2 a 1 e por 1 a 0, mas chegou a dominar os dois confrontos. Quis o destino e a competência de ambos que eles se reencontrassem um ano depois. Mas dessa vez o Tricolor não é esse azarão e o Rubro-Negro, mesmo ainda em alto nível, tem as suas fragilidades. Entretanto o que mais anima os tricolores é que o Fluminense chega mais fortalecido à final do Carioca.

No ano passado o Fluminense tinha um time equilibrado. Mas com poucas peças de reposição. O ataque com Marcos Paulo e Evanílson era eficiente, mas quando um deles não tinha condições de jogar a coisa não acontecia em campo. Nenê era uma estrela solitária no meio-de-campo.

Nenê Fluminense Nenê não é mais a estrela solitária do Tricolor (Foto: Mailson Santana / Fluminense)

O apoiador entretanto sabia que o Fluminense poderia ter feito mais frente.

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– Nós conseguimos fazer dois grandes jogos, mas perdemos no detalhe. Infelizmente a gente tinha condições de ter tido um final melhor – relembra Nenê.

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O Fluminense de hoje é muito mais forte. Talvez apenas na lateral direita, onde Gilberto, hoje no Benfica, cedeu o posto a Calegari, o Fluminense parece mais forte em todos os setores. Na zaga, por exemplo, Matheus Ferraz e Nino eram titulares de 2020. Os dois seguem no clube, mas o elenco tem ainda Luccas Claro, Manoel e David Braz. Egídio continua na lateral. Entretanto mais eficiente do que no ano passado.

Fluminense tem muito mais opções ofensivas

Fred lidera o ataque do Fluminense (Foto: Lucas Merçon/Fluminense)

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No ataque, Evanilson e Marcos Paulo não jogam mais pelo Tricolor. O primeiro foi negociado com o Porto. O segundo, com contrato para se iniciar com o Atlético de Madrid, não vem sendo relacionado. Mas o Fluminense não pode ser considerado mais frágil por causa disso.

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Atualmente o Fluminense tem três centroavantes: Fred, grande ídolo do time e que atravessa um grande momento, Raúl Bobadilla e Abel Hernández. Além disso tem outras opções ofensivas como Lucca e um trio infernal de jovens: Kayky, Luiz Henrique e Gabriel Teixeira. Isso sem falar em Nenê que segue em grande fase, mas tendo a sombra de Juan Cazares. Além disso um Paulo Henrique Ganso que em nada lembra o apático jogador de 2020.

Assim o torcedor do Fluminense se enche de esperanças e acredita que pode conseguir a conquista de títulos. Afinal de contas, nos clássicos cariocas ninguém bateu tanto de frente com o Flamengo do que o Tricolor.

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