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Contra o Atlético-MG, no Mineirão, o técnico Marcão apostou novamente em um tripé de volantes no meio de campo do Fluminense. O treinador recorreu a Wellington de novo, um atleta que não conta muito com a simpatia da torcida tricolor.

Wellington é um dos nomes contestados pelos torcedores. Contra o Internacional, ele foi titular. Na ocasião, o Flu não pôde contar com André, Martinelli e Nonato. Agora, mesmo com retorno de André e Nonato, Marcão optou por mantê-lo no time. O técnico explica.

Wellintgon Fluminense Wellington em ação contra o Galo | Foto: Mailson Santana / Fluminense / Divulgação

– A gente estava controlando o jogo, independentemente do jogador da posição. Wellington controlou, mais uma vez, muito bem a linha defensiva, deu segurança para os nossos homens da frente. André estava muito bem naquele setor, muito bem no jogo. O Yago da mesma forma. A gente formou um tripé. Independentemente de nome, de pessoa, aqueles que estão jogando estão produzindo bastante, estão nos ajudando. Nossa equipe está muito equilibrada. E não é pelo fato da gente ter três volantes que a gente deixa de ser ofensivo, deixa de atacar, de buscar as transições – explicou Marcão.

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Marcão também comentou o polêmico pênalti marcado a favor do Atlético-MG. Diego Costa disputou bola pelo alto com Marlon, que estava de costas. A bola bateu no ombro do lateral tricolor. O VAR recomendou revisão do lance e o árbitro deu pênalti.

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– A gente nunca reclama de arbitragem, mas a gente não pode deixar de comentar, de falar. Quando se tem alguma dúvida, tudo bem, mas não houve dúvida alguma. Não era nem para chamar para um lance desses – declarou Marcão.

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O Fluminense está na sétima colocação do Brasileiro, com 51 pontos. O Tricolor Carioca volta a campo no domingo, quando enfrenta o Bahia, em Salvador.

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