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A comissão técnica do Fluminense não quer falar em números mágicos para conseguir uma vaga na Copa Libertadores. Também não deseja falar sobre a hipótese de o G-6 virar G-7, G-8 ou até G-9. A ordem é pensar sempre no jogo a jogo. Entretanto o Fluminense, que soma 45 pontos, tem uma Matemática definida para atingir seu objetivo. O técnico Marcão e os seus pares acreditam que com mais 11 pontos a meta será alcançada.

O MAIS QUE UM JOGO apurou que essa Matemática não foi compartilhada com os jogadores no sentido de não aumentar a pressão sobre os jogos. Entretanto nove desses pontos precisam vir de duelos em casa. O Tricolor, dos seis jogos restantes, fará três no Maracanã. Vai receber América-MG, Internacional e Chapecoense, virtualmente rebaixada e adversária na rodada decisiva da competição nacional.

Marcão Fluminense Comissão técnica, liderada por Marcão, faz contas de olho na Libertadores (Foto: Mailson Santana / Fluminense)

Fora de casa um jogo está sendo desprezado nesta Matemática. Isso porque o Fluminense vai medir forças com o líder Atlético-MG no Mineirão. Trata-se de um duelo pela 36ª rodada e o Tricolor pode ver seu caminho facilitado se o Galo já tiver conquistado o caneco por antecipação.

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Dessa forma a ordem é buscar pelo menos dois pontos nos outros dois compromissos fora de casa. Nesta quarta-feira o Tricolor visita o Juventude a partir das 20h30(de Brasília), no Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS). O time gaúcho luta contra o rebaixamento. O outro oponente fora de casa também tem planos de escapar da degola: o Bahia, adversário da penúltima rodada em Salvador (BA).

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Mesmo com o pensamento de um número padrão de mais 11 pontos em busca do objetivo, a comissão técnica não fala abertamente em metas. Assim o pensamento está apenas no compromisso diante do Juventude.

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