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O Conselho de Administração do Flamengo aprovou na noite desta terça-feira a previsão orçamentária para o ano de 2021. Embora com o apoio da maioria dos votos, o orçamento otimista causou preocupação a setores do clube.

Rodolfo Landim (Foto: Alexandre Vidal/CRF)

Mesmo sem saber por quanto tempo as restrições impostas pela pandemia vão durar, houve aumento de 31% nas receitas em relação ao previsto para 2020. Enquanto no final de 2019 a previsão da receita bruta para este ano foi de 726 milhões, a nova estimativa é de 953 milhões.

O grupo político que apoiou a gestão de Eduardo Bandeira de Mello, antecessor de Rodolfo Landim, o SóFLA, emitiu nota em suas redes sociais.

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SóFLA
@SóciosPeloFla

“O SóFLA sempre defendeu a gestão profissional e responsável dos recursos do FLAMENGO e, por essa razão, nos causam bastante preocupação as premissas excessivamente otimistas adotadas na proposta de orçamento levada à deliberação no Conselho de Administração na noite de hoje.

O grupo segue vigilante para que não haja retrocesso quanto à gestão responsável e profissional do clube.”

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Alguns detalhes do orçamento chamaram à atenção, como a expectativa de receitas com bilheteria e Sócios Torcedores. O montante de 173 milhões assume que os estádios voltarão a ter público em abril. Entretanto, com a atual situação da pandemia no Brasil, esperar estádios lotados em praticamente quatro meses realmente parece bastante otimista.

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Em outro item, a venda de jogadores, o valor previsto é de 168 milhões. A estimativa indica, portanto, que a diretoria crê na venda de pelo menos uma de suas maiores promessas, como Yuri César e Natan.

O orçamento prevê as mesmas metas esportivas de 2019, contudo, este ano, a equipe não  alcançou as semifinais da Copa do Brasil e da Libertadores.