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Durante a semana o Flamengo conseguiu a liberação para ter público nos seus jogos. Alguns minutos depois os 19 clubes do Campeonato Brasileiro e a CBF iniciaram uma batalha jurídica para impedir o Rubro-Negro de ter seus torcedores no estádio. Na verdade nem todos pensam de forma diferente dos flamenguistas. Mas a posição contrária é fruto de um isolamento vivido pelo clube da Gávea desde que Rodolfo Landim chegou à presidência.

Por vários momentos da trajetória de Landim no Flamengo os demais clubes se irritaram com a postura do dirigente. Representantes de alguns clubes entendem que ele trabalha apenas em proveito do Flamengo e não pelo progresso do futebol brasileiro.

Rodolfo Landim está em rota de colisão com clubes (Foto: Alexandre Vidal/Flamengo)

Assim dificilmente o Flamengo consegue o apoio em suas pautas. Recentemente o clube foi o único a defender a venda de mando de campo no Campeonato Brasileiro. Os demais clubes se posicionaram contra.

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– Se o Flamengo votou sim, eu voto não – disse um presidente de um grande clube de São Paulo.

Clubes acusam Flamengo de criar abismo

A defesa do Flamengo pela MP do mandante e pela negociação de direitos de transmissão de forma isolada, sem pensar em um bloco de clubes, é um dos principais pontos de divergência. Existe o entendimento que o Rubro-Negro quer um abismo financeiro para manter o domínio em campo.

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A briga do Flamengo pela criação de uma liga de clubes e pela redução dos poderes da CBF também é mal vista na entidade. Landim não goza de bom relacionamento com a CBF. As críticas contra convocações é apenas mais um pedaço deste bolo de crise entre o Flamengo e a entidade.

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O Flamengo entretanto não pensa em recuar. A ideia é dobrar a aposta e cada vez mais tentar reduzir o poder da CBF. Mas internamente há quem defenda uma aproximação com alguns clubes em busca de um fortalecimento. Mas o assunto ainda está amadurecendo na Gávea.

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