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A vencedora geração do Flamengo experimentou, neste sábado, o gosto amargo da maior decepção deste grupo. O clube carioca caiu para o rival Palmeiras, neste sábado, em Montevidéu e ficou com o vice-campeonato da Libertadores. É a derrota mais dura para um time acostumado a ser campeão.

O Flamengo enfileirou títulos de 2019 para cá, quando grandes nomes do elenco foram contratados. Por sinal, aquele foi um ano mágico, com Carioca, Libertadores e Brasileiro. Gabigol, Arrascaeta, Bruno Henrique & Cia. tiraram o clube carioca da fila no torneio continental.

Palmeiras Flamengo Libertadores Arrascaeta foi titular na final | Foto: Alexandre Vidal / Flamengo / Divulgação

Em 2020, os títulos da Supercopa do Brasil, Recopa Sul-Americana e Carioca foram acompanhados pela despedida de Jorge Jesus. O espanhol Domènec Torrent não ficou muito tempo e deu lugar a Rogério Ceni. Com ele, o Flamengo garantiu o último Brasileiro.

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A atual temporada começou com o título da Supercopa do Brasil e do Carioca. Ceni, entretanto, não resistiu à oscilação no início do Brasileiro e foi substituído por Renato Gaúcho.

De 2019 para cá, o Flamengo conviveu com frustrações, como a queda nas oitavas de final da Libertadores de 2020, para o Racing, e recente eliminação na semifinal da Copa do Brasil para o Athletico-PR. Entretanto, uma derrota na final, sobretudo de Libertadores, tem um peso maior. E o contexto também não ajuda.

O Flamengo chegou à final invicto e após vencer todos os jogos do mata-mata. Parou no último degrau para mais uma glória eterna. Vai precisar conviver com esta cicatriz e dela tirar forças para voltar a ser campeão.

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O vice na Libertadores, entretanto, não diminui os feitos de uma geração que, de 2019 para cá, conquistou nove dos 15 torneios que disputou.

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