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A pressão é cada vez maior. O trabalho de Marcelo Chamusca à frente do Botafogo é questionado. O empate com o Cruzeiro, neste sábado, no Nilton Santos, aumenta o cenário de instabilidade.

Chamusca perdeu o que era um trunfo do trabalho: os 100% de aproveitamento como mandante na Série B. O Botafogo havia vencido os três jogos em casa. O primeiro tropeço impede uma aproximação ao G-4.

Marcelo Chamusca Botafogo Marcelo Chamusca vive momento delicado no clube | Foto: Vitor Silva / Botafogo / Divulgação

Pressionado, Marcelo Chamusca mantém a confiança em recuperar o Botafogo, mas admite que precisa entregar resultados melhores.

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“O Botafogo é um clube gigante, que precisa ter melhores resultados. O Botafogo precisa estar em cima da tabela o tempo todo. A gente vai trabalhar para conseguir isso. Eu acredito não só no meu trabalho, mas também no trabalho feito pela diretoria. Nós vamos prosseguir firmes e determinados porque tem muita coisa positiva e a gente vai tentar tirar o máximo dessas coisas positivas no Botafogo, principalmente dentro do vestiário, com o caráter e indignação dos atletas pelo momento que estamos vivendo – declarou Chamusca.

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O fim de semana foi de reuniões da cúpula do Botafogo. O trabalho de Chamusca é analisado. A sequência de três jogos sem vencer – são dois empates e uma derrota – pesa contra. O Fogão está na décima colocação da Série B, com 13 pontos.

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– É uma competição extremamente nivelada e equilibrada. Estamos a quatro pontos do G-4. Se você conseguir duas ou três vitórias consecutivas, você já sobe e encosta de novo. Tem muito campeonato ainda, muita água para passar por debaixo da ponte, vai ter muito jogo. O Botafogo vai crescer e se fortalecer. O que o Botafogo mais precisa, ele tem hoje: caráter dos jogadores para que quando o momento de oscilação, como agora, eles chegarem indignados no vestiário e a gente tentar melhorar – acrescentou Chamusca.

O Botafogo tem a semana livre e só volta a campo no sábado, quando enfrenta o Brusque, às 19h (de Brasília), no Estádio Augusto Bauer.

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