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O Botafogo tem uma história rica de ídolos. Raros clubes consagraram tantos jogadores. Entretanto, poucos recordam que uma figura fora de campo também pode ser determinante para o sucesso ou o fracasso de um time. Trata-se do dirigente.

A relação de amor e ódio entre torcida é dirigentes é muito forte no Botafogo. Alguns são idolatrados. Mas outros, ficaram marcados negativamente.

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O MQJ separou uma lista de dirigentes que marcaram, para o bem ou para o mal, a história do Botafogo:

Carlito Rocha

Carlito Rocha e o Biriba (Foto: Arquivo Botafogo)

O presidente que fez de um cachorro o mascote do Botafogo. O famoso Biriba. O cachorrinho ficou na torre, por ordem de Carlito Rocha, antes da final do Carioca de 1948 contra o Vasco. Funcionários tinham que provar a comida dele para saber se não estava com veneno.

Charles Borer

Borer marcou negativamente passagem no Botafogo (Foto: Arquivo JS)

Ficou marcado negativamente como um dos piores presidentes da história do Botafogo. Charles Borer viu em seu mandato o Botafogo perder a sede de General Severiano. Além disso, não ganhou títulos no clube.

Althemar Dutra de Castilho

Teté jogou basquete (Foto: Arquivo pessoal)

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O Teté, como era conhecido Althemar Dutra de Castilho, foi um dos mais vitoriosos dirigentes do Botafogo. Foi campeão carioca e da Taça Brasil em 1968, o primeiro Brasileiro do Botafogo. Mas não foi só isso. Voltou ao clube no fim da década de 80 para quebrar o jejum de 21 anos sem conquistas. Além disso, como atleta foi campeão de basquete e de futebol pelo clube.

Emil Pinheiro

Emil Pinheiro é um dos dirigentes lendários do futebol (Reprodução Rede Manchete) Emil Pinheiro é um dos dirigentes lendários do futebol (Reprodução Rede Manchete)

O banqueiro do jogo do bicho, Emil Pinheiro, foi um dos principais dirigentes da história do Botafogo. Colocou muito dinheiro no clube e montou o time que quebrou o jejum. Era vice-presidente de futebol de Althemar e contratou jogadores como Mauro Galvão, Paulinho Criciúma e Wilson Gottardo. Mas saiu desiludido após a perda do Brasileiro de 1992.

Mauro Ney Palmeiro

Mauro Ney ganhou a Copa Conmebol (Foto: Divulgação)

De família alvinegra, Mauro Ney é filho de Ney Cidade Palmeiro, presidente na década de 60. Teve duas passagens. No primeiro, quando assumiu em 1993, montou o time que foi campeão da Copa Conmebol. Entretanto, ficou marcado negativamente pelo rebaixamento em 2002, em seu segundo mandato.

Carlos Augusto Montenegro

Dentre os dirigentes do Botafogo, Montenegro é um dos mais vitoriosos (Divulgação) Dentre os dirigentes do Botafogo, Montenegro é um dos mais vitoriosos (Divulgação)

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Conhecido como o presidente eterno, presidiu o clube entre 1994 e 1996. Montou o time campeão brasileiro de 1995 e foi responsável pela contratação de Túlio Maravilha. Além disso, ajuda o Botafogo até hoje.

Bebeto de Freitas

Bebeto fez história no Botafogo (Foto: Arquivo pessoal)

Ex-jogador de vôlei, Bebeto de Freitas resgatou o orgulho botafoguense após o rebaixamento de 2002. Além disso, foi campeão carioca em 2006 e montou o time do carrossel de Cuca.

Maurício Assumpção

Maurício Assumpção trouxe Seedorf. Mas… (Foto: Divulgação)

Dentista, Maurício Assumpção contratou Loco Abreu e Seedorf e devolveu o Botafogo a uma Copa Libertadores. Poderia ter entrado para a história como um dos melhores de todos os tempos. Entretanto, fracassou na reta final por decisões erradas de seu departamento jurídico. Com receitas bloqueadas, viu o rebaixamento em 2014.

Carlos Eduardo Pereira

CEP provocava o Flamengo (Foto: Divulgação)

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Assumiu depois de Maurício Assumpção e conseguiu reconduzir o time para a Primeira Divisão. Com ele o Botafogo fez grande campanha na Copa Libertadores de 2017. Além disso, resgatou a história com homenagem a ídolos. Entretanto, ficou marcado pelo mau relacionamento com o Flamengo.

Nelson Mufarrej

Nelson Mufarrej: o atual presidente (Foto: Vitor Silva/Botafogo)

Atual mandatário, Nelson Mufarrej viu sob seu comando o Botafogo encaminhar o projeto para virar empresa. Foi campeão carioca em 2018. Mas não é dos mais ativos politicamente.