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Perto do retorno para a Série A, o Botafogo também vive momento importante fora de campo. O clube carioca trabalha no projeto para virar clube-empresa. Inclusive, tem parceria para buscar investidores internacionais.

O Botafogo aposta as fichas no projeto para superar de vez os problemas econômicos e ganhar solidez para mudar de cenário financeiro. Por sinal, a perspectiva de clube-empresa aumentou no Brasil, com lei sancionada recentemente. E tem exemplo “caseiro” para o Fogão: o Bragantino.

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Rapidamente, o Red Bull Bragantino mudou de status no futebol brasileiro. Com aporte da empresa de origem austríaca, o Bragantino se transformou em um sólido projeto, com investimento em jovens jogadores. O resultado esportivo já vem aparecendo.

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O Bragantino está na final da Copa Sul-Americana, vai enfrentar o Athletico-PR, no dia 20. Além disso, a tendência é a de ir para a Libertadores, mesmo se não vencer o torneio continental. O Bragantino está na quarta colocação do Brasileirão.

Durcesio Mello Botafogo Presidente Durcesio Mello lidera projeto do Botafogo | Foto: Divulgação

No Brasil, o Cuiabá já adotou o modelo de clube-empresa. Chegou à Série A e faz campanha sólida, para se manter na elite, por enquanto, sem sustos. O América-MG deve ser o próximo, com acordo inicial com um fundo norte-americano.

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Botafogo pode se inspirar em modelos estrangeiros

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Na Europa, o cenário é comum e foi estimulado por governos locais, mas com regras que protegem o poder decisório dos clubes. É assim na Alemanha, por exemplo. Lá, o sucesso da Red Bull é com Leipzig. O clube mudou de perspectiva e já foi vice-campeão da Bundesliga. Além disso, parou na semifinal da Champions League na edição 2019/2020.

André Silva Leipzig André Silva é um nome de destaque do Leipzig | Foto: Imago Images

O Red Bull Salzburg, da Áustria, também vai bem, obrigado. A empresa comprou o clube em 2005. O time virou hegemônico, com sequência de títulos nacionais. O “padrão” é conhecido: buscar jovens talentos. Erling Haaland ganhou projeção lá e foi para o Borussia Dortmund. O nome da vez é Karim Adeyemi, alemão de 19 anos, na mira de Real Madrid, PSG, Bayern de Munique e Dortmund.

Adeyemi Salzburg Champions League Adeyemi movimenta o mercado da bola | Foto: Uefa

Muita grana na Inglaterra

Outra situação que envolve este modelo privativo é quando fundos de investimentos e magnatas entram em ação. Na Inglaterra, o Chelsea é um exemplo, comprado pelo russo Roman Abramovich, em 2003. Desde então, o clube inglês conquistou dois títulos da Champions League e cinco da Premier League.

Chelsea campeão da Champions League A festa do Chelsea: bicampeão da Champions League | Foto: Uefa

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O Manchester City é mais um exemplo, com cinco conquistas de Premier League, além da banca de ter Pep Guardiola liderando o projeto nos últimos anos.

Recentemente, o Newcastle foi comprado por um fundo árabe e se tornou o novo rico da Premier League. A expectativa é de que impressione o mercado da bola. Inclusive, as notícias apontam que o grupo saudita deseja comprar outros clubes. O Brasil seria uma possibilidade.

MAIS! Botafogo tem o perfil do fundo de investimentos do Newcastle

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Outro “clube-estado” de sucesso é o PSG, que virou uma “marca” do Qatar. O clube francês assustou o mercado da bola com investimentos históricos para contratar Neymar e Mbappé. Nesta temporada, juntou Messi aos astros. A meta é ganhar a Champions League.

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