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O Botafogo corre risco de perder pontos nesta segunda-feira. Isso porque o clube será julgado pelas ofensas da torcida contra a assistente Katiúscia Mendonça.

As ofensas aconteceram durante a partida contra o Brusque, no Nilton Santos. Na ocasião, o presidente Durcesio Mello agiu rápido ao rechaçar a atitude e entregou um pedido de desculpa formal a assistente.

Durcesio Mello entregou um pedido de desculpa para a assistente (Foto: Vitor Silva/ Botafogo)

Mesmo assim, a Procuradoria do STJD denunciou o clube no artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), como ato discriminatório.

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“Já passou da hora, e há tempos, de deixarmos de achar que o futebol é um mundo à parte com regras civilizatórias próprias, onde o preconceito em todas as suas esferas é tolerado. Basta! O futebol não é um território livre em que todos os seus atores, isso incluindo as torcidas, podem ofender, podem agredir, podem ser homofóbicos, podem ser racistas, podem ser machistas. Dentro e fora de campo temos que evoluir. Essa permissividade e, o que é pior, até defesa não podem prosperar”, escreveu responsável pela denúncia.

Na súmula, o árbitro relatou o ocorrido

“Ao sair do campo do jogo no intervalo da partida a torcida de equipe mandante gritou em direção a assistente Katiuscia Mendonça repetidas vezes a palavra ”p, p, p*’. Ao termino da partida o presidente do Botafogo FR, senhor Durcesio Mello se dirigiu até a assistente com um pedido formal de desculpas através de uma carta relatando que o Botafogo FR não compactua das ofensas proferidas pelos torcedores”, assinalou.

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A pena caso o Botafogo seja punido é de multa, a suspensão da torcida e até mesmo a perda de pontos. Dentro de campo, os alvinegros se preparam para o duelo deste domingo, contra o Brasil de Pelotas, no Sul.

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