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Eduardo Barroca assumiu o comando do Botafogo na semana passada com um desafio grande pela frente. O Glorioso é o penúltimo colocado com 20 pontos conquistados e precisa de pelo menos oito vitórias para evitar o rebaixamento. Restam 17 partidas para o time carioca no Campeonato Brasileiro. Mas ele tem uma estratégia: pensar jogo a jogo e evitar pressionar o grupo.

Barroca, Botafogo Barroca está confiante em recuperar o Botafogo (Foto: Gabriel Baron / Botafogo / Divulgação)

Barroca evitou nas entrevistas falar de qual média de pontos por jogo pretende ter, se vai priorizar os jogos em casa ou se pretende explorar uma condição de jogo mais recuado que o visitante tem na competição. O treinador não quer os jogadores cobrados por metas de pontos, algo que seria adotado pela comissão técnica de Ramón Díaz.

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O treinador sabe que a sequência é ingrata. Nas três próximas rodadas o Botafogo mede forças com o Flamengo no sábado, no Estádio Nilton Santos, e depois viaja para enfrentar o São Paulo no Morumbi e o Internacional no Rio Grande do Sul. Todos postulantes aos primeiros lugares. Mas isso não intimida Barroca. Além disso o treinador não quer precipitação de sofrimento.

Barroca quer foco no Flamengo

Nas conversas com os jogadores Barroca pediu que o foco neste momento seja apenas a partida contra o Flamengo. Que os jogadores não tentem analisar a sequência complicada de partidas. Assim ele entende que o peso sobre os jogadores será menor.

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Ao que tudo indica, Lucio Flavio e Felipe Lucena, os auxiliares técnicos do Botafogo, deverão dirigir o time no clássico contra o Flamengo. Mas o treinador estará com um sistema de comunicação capaz de trocar ideias com os dois. A comissão técnica só vai definir o time para esta partida nos últimos treinos da semana.