O atacante Roger, ex-Botafogo e Fluminense, está envolvido em uma polêmica com a Ponte Preta. O jogador foi flagrado no último domingo em um culto evangélico. Entretanto o clube entendeu que isso foi “furar a quarentena” já que ele está em isolamento social em Campinas (SP) por ter um familiar contaminado pelo Coronavírus. Mas a polêmica se deu porque o artilheiro, disposto a provar que não cometeu nada de errado, disse que testou negativo para a doença. Mas a Ponte Preta alega que os testes feitos com os atletas ainda não foi divulgado.

Roger teve polêmica também no Botafogo (Foto: Vitor Silva/Botafogo)
Em uma nota oficial a Ponte Preta se posicionou sobre a situação do atleta. O clube informou que Roger foi afastado das primeiras atividades no retorno aos treinos, que aconteceu nesta quarta-feira. A medida foi justamente porque os testes do jogador não ficaram prontos.
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Roger não vai treinar com o elenco da Ponte Preta
“A Diretoria Executiva da Ponte Preta informa que, ao contrário do que informou o atacante Roger, recomendou a todos os jogadores que pratiquem o isolamento social, evitem locais com concentração e evitem ao máximo possível a exposição externa. Em especial no caso de Roger, que está aguardando a contraprova do teste PCR e por isso está até o momento impedido de participar das atividades do time, foi recomendado que ficasse em casa, em quarentena. Roger e os demais atletas que aguardam a realização de exames adicionais não foram incluídos nos testes físicos planejados para esta semana nem para o reinício dos treinos, neste dia primeiro de julho”, informou a direção.

Atacante Roger e Ponte Preta estão em polêmica (Foto: Ponte Preta)
Roger é o artilheiro da Ponte Preta na temporada com seis jogos. O jogador já tinha se envolvido em uma polêmica com o clube no fim de 2016. Isso porque a Ponte Preta não gostou de o jogador ter acertado com o Botafogo mesmo ainda tendo contrato com o clube. Na época os dirigentes acusaram o atleta de fazer jogo duplo por estar ainda negociando a renovação com a Macaca. No Botafogo o atacante se envolveu em uma polêmica com o então presidente Carlos Eduardo Pereira por acusar o clube de não pagar seu tratamento para retirada de um tumor. O dirigente rebateu alegando que um atleta com o salário de Roger deveria ter plano de saúde.
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