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O Botafogo, com duas rodadas de antecedência, garantiu o retorno à Série A. A missão foi cumprida com dose de reviravolta. É que o Fogão viveu momento de descrédito, longe do G-4. A resposta foi dada da melhor forma.

O primeiro ano da gestão do presidente Durcesio Mello escapou de entrar para a história como a primeira que manteve o clube na segunda divisão. A conquista do acesso era fundamental nos planos de reestruturação do Alvinegro, mergulhado em grave crise financeira.

Durcesio Mello Botafogo Gestão de Durcesio Mello recoloca o Fogão na Série A | Foto: Vitor Silva / Botafogo / Divulgação

Aliviado, o presidente temia que se o clube tivesse o mesmo destino de Vasco e Cruzeiro, os grandes que não subiram, a situação ficasse mais difícil no futuro.

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– É bom que subimos porque cada vez vai ficar mais difícil. Tem muitos clubes que estão muito estruturados e antigamente subiam e lutavam para não cair, como Fortaleza, Ceará, Atlético-GO, Cuiabá… São clubes muito estruturados, muito fortes, cada vez mais veremos clube grande caindo e tendo dificuldades na Série B – previu o dirigente em entrevista à Botafogo TV.

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Botafogo com desafio pela frente

Para Durcesio, a união do grupo foi o ponto fundamental da campanha vitoriosa do Botafogo e o que possibilitou esse “ano mágico”. O clube, entretanto, terá o desafio de conseguir manter os muitos atletas cujos contratos vão terminar neste fim de ano.

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– O ambiente é tão bom que todos eles pedem para ficar no ano que vem. Não sei se vai ser possível, mas todos querem ficar de tão bom que é o ambiente. É um ano mágico – comemorou.

Sem poder de compra, a diretoria buscou reforços de baixo custo no início da temporada, a maioria por empréstimo até dezembro. Na lista dos jogadores em fim de contrato estão Luís Oyama, Pedro Castro, Barreto, Carlinhos, Marco Antônio, Warley e Rafael Navarro.

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